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Bilionário e dono da maior cervejaria do mundo, Lemann construiu sua fortuna em torno de um grande sonho.

Um dos empresários mais influentes do país, Jorge Paulo Lemann, construiu sua trajetória apoiado em uma ideia que se tornou referência no mundo dos negócios: “Sonhar grande dá o mesmo trabalho que sonhar pequeno”.
Acionista da AB InBev, maior grupo cervejeiro do mundo, Lemann ocupa a posição de terceiro homem mais rico do Brasil, com patrimônio estimado em R$ 88 bilhões (Forbes 2025).
A frase de efeito se relaciona com a trajetória do empresário, e vale como um incentivo para aqueles que estão começando não limitarem suas ambições.
Nascido no Rio de Janeiro e filho de pais de origem suíça, Lemann formou-se em economia em Harvard.
Iniciou sua carreira no mercado financeiro, ambiente em que enxergava limitações para crescer da maneira que desejava.
Insatisfeito, decidiu dedicar-se ao tênis profissional, onde foi campeão brasileiro cinco vezes
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Mais tarde, ao retornar ao setor financeiro, passou pela Invesco, onde conheceu seus sócios Carlos Alberto Sicupura e Marcel Herrmann Telles, que o acompanhariam em grandes negócios. Mais tarde tornou-se acionista da corretora Libra e do Banco Garantia.
Em busca de expandir seu negócio, em 1982, comprou a Loja Americanas através do Garantia e reestruturou a empresa que passava por uma péssima situação financeira.
A consolidação de sua trajetória empresarial veio anos depois, com a compra da Antarctica, em 1999, operação que deu origem à Ambev. Após fusões com a Interbrew e Budweiser, surgiu a AB InBev, atualmente considerada a maior cervejaria do mundo.
A frase de Lemann se tornou popular por defender a ideia de que o esforço necessário para construir algo relevante muitas vezes é parecido, independentemente do tamanho da ambição.
Na prática, o pensamento dialoga com conceitos econômicos ligados a custo fixo e escala. Para iniciar qualquer projeto, pequeno ou grande, é preciso investir tempo, energia, planejamento e organização.
Segundo essa lógica, mirar em objetivos maiores pode gerar retornos muito superiores sem exigir um aumento proporcional de esforço.
A ideia também se aproxima do conceito de custo marginal: depois da estrutura inicial criada, crescer mais pode exigir relativamente pouco custo adicional.
Em outras palavras, se o trabalho para começar já é grande, ampliar a ambição pode ser mais vantajoso do que limitar o objetivo desde o início.
Recentemente, um conceito semelhante ganhou força no universo das startups e da inovação: o chamado moonshot thinking.
O modelo propõe abandonar metas pequenas e buscar transformações exponenciais. Em vez de melhorar 10%, a proposta é pensar em crescer 10 vezes.
A lógica conversa diretamente com a visão defendida por Lemann: certos desafios exigem praticamente o mesmo nível de dedicação, independentemente da escala do objetivo. Por isso, mirar mais alto pode fazer mais sentido do que limitar as próprias ambições.
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi
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