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Estamos perto da divulgação do Plano Estratégico 2026-2030 da Petrobras, o que pode ser um catalisador relevante para os papéis da estatal

Estamos chegando perto de um evento importante para a Petrobras (PETR4): a divulgação do Plano Estratégico 2026-2030, que pode ser um catalisador relevante para os papéis.
Isso porque, segundo alguns rumores que têm circulado no mercado, a petroleira pode reduzir em até US$ 8 bilhões as perspectivas de investimentos e gastos no próximo plano.
Como você deve saber, menos gastos e investimentos significam maior geração de caixa e, consequentemente, maior capacidade de distribuição de dividendos, o que deve agradar muita gente.
“Quando os fatos mudam, eu mudo de opinião. E o senhor, o que faz?” (J. M. Keynes)
Desde que o último plano estratégico foi divulgado, muita coisa mudou nos planos da Petrobras. Donald Trump encheu o mundo de tarifas, as maiores economias globais começaram a desacelerar e a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) aumentou mês após mês a sua produção.
Tudo isso ajudou a jogar o petróleo para baixo; se no último plano estratégico o petróleo tipo Brent estava cotado acima dos US$ 80/barril, hoje os preços estão mais próximos de US$ 65, o que explica a mudança de mentalidade.
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Alguns projetos que eram viáveis um ano atrás, agora não são mais. Alguns gastos que passavam despercebidos, hoje pesam no orçamento.
Além disso, é importante destacar que muitos dos investimentos que estavam incluídos no plano anterior não eram realmente prioridade para a companhia, como projetos solares, eólicos, de etanol, entre outros, que podem aguardar um momento mais propício para os preços do óleo.
Ou seja, os ativos de Exploração e Produção de petróleo, que é o que realmente gera valor para a companhia e seus acionistas (incluindo o Governo), continuarão funcionando normalmente, e a companhia como um todo estará mais enxuta para suportar um cenário de preços mais baixos.
Se confirmada no Plano Estratégico, essa será uma mudança importante, ainda mais considerando que companhias estatais são engessadas e costumam demorar décadas para se adaptar a mudanças repentinas de mercado.
Por apenas 4x lucros e um dividend yield de 10%, entendemos que há muito pessimismo embutido em Petrobras, e ainda vemos espaço para surpresas positivas, como a possível revisão no plano estratégico (que comentamos hoje) e o aumento de probabilidade de uma mudança no pêndulo político a partir de 2027, o que traria uma forte reprecificação para os papéis.
Petrobras está na Carteira Mensal de Dividendos, que você pode conferir por completo aqui.
Um abraço e até a próxima semana!
Ruy
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