O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Temporada de balanços aquece Nova York. No Brasil, papéis do setor de saúde, de commodities e de varejo movimentaram o pregão desta segunda-feira (21)
A segunda-feira (21) foi um dia de recordes na bolsa de Nova York e de desempenho relativamente positivo para o Ibovespa. Enquanto o mercado brasileiro se prepara para a temporada de balanços do segundo trimestre de 2025 (2T25), nos Estados Unidos o clima é bem mais otimista, com as chamadas “sete magníficas” dominando o radar dos investidores.
Os temores de um cenário macroeconômico mais difícil nos EUA — especialmente com as novas tarifas do governo de Donald Trump, que devem entrar em vigor em 1º de agosto — foram compensadas pela expectativa de bons resultados nos balanços trimestrais.
O S&P 500 fechou o dia com alta de 0,14%, terminando a sessão pela primeira vez acima dos 6.300 pontos (6.305,60 pontos). Já o Nasdaq avançou 0,38%, aos 20.974,17 pontos.
Ambos os índices chegaram a renovar recordes intradiários mais cedo, impulsionados pela alta de gigantes da tecnologia como Meta e Amazon, com alta de 1,20% e 1,41% respectivamente.
O Dow Jones, no entanto, não conseguiu se firmar no azul e ficou próximo do zero a zero com uma queda de 0,04% aos 44.323,07 pontos.
Seguindo para as terras brasileiras o cenário é mais heterogêneo. Com o fechamento dos mercados por aqui, o Ibovespa registrou variações acentuadas — com altas de até 15,04% e quedas de até 7,73% entre os papéis listados. O principal índice da B3 subiu 0,59%, aos aos 134.166,71 pontos
Leia Também
No mercado de câmbio, o dólar à vista recuou 0,40%, cotado a R$ 5,5650.
Nos Estados Unidos, a temporada de balanços trouxe um sopro de ar fresco em meio a um noticiário frequentemente carregado de tensão. Mesmo após a Casa Branca reiterar sua posição sobre as tarifas no fim de semana e reforçar o 1º de agosto como “prazo final” para que os países passem a pagar as novas taxas, o mercado seguiu em alta.
Entre os destaques do dia está a Alphabet, que subiu 2,72% antes da divulgação do balanço trimestral, marcada para quarta-feira (23), após o fechamento dos mercados. Tanto ela quanto a Tesla têm potencial para impulsionar os principais índices caso superem as projeções.
As big techs devem ser o principal motor do crescimento dos lucros nesta temporada. Segundo John Butters, da FactSet, a expectativa é de que o grupo das “Sete Magníficas” registre um salto de 14% nos lucros no segundo trimestre, enquanto as outras 493 empresas do S&P 500 devem apresentar crescimento bem mais modesto, de 3,4%.
No Brasil, o clima é mais diverso. A maior alta do dia foi a ação da Fleury (FLRY3), que avançou 14,73%, com o mercado reagindo às especulações sobre uma possível combinação de negócios com a Rede D’Or (RDOR3). Desde o início de 2025, os papéis da companhia já acumulam valorização superior a 20%.
Na segunda colocação, a BRF (BRFS3) subiu 4,75% e foi seguida pela CSN Mineração (CMIN3), que disparou 4,56%, liderando a guinada positiva do setor metálico, impulsionada pelas expectativas de crescimento da demanda na China .
A Vale (VALE3) também figurou entre os destaques: alta de 2,66%, embalada pelo ambiente favorável às mineradoras e pela expectativa em torno do relatório de vendas e produção do 2T25, previsto para ser divulgado nesta terça-feira (22).
Do lado oposto, o Pão de Açúcar (PCAR3) liderou as perdas, com queda de 8,01%. A empresa incluiu na pauta da próxima reunião do conselho de administração um item propondo a retirada da cláusula de “poison pill” — um mecanismo de proteção que obriga a realização de uma oferta pública de aquisição (OPA) das ações dos minoritários caso algum investidor adquira 25% ou mais do capital da companhia.
Fechando o top 5 das maiores quedas do Ibovespa está a Magazine Luiza (MGLU3) que recuou 4,06%, a CVC (CVCB3) em baixa de 3,35%, a Cosan (CSAN3), com queda de 2,52% e Hapvida (HAPV3), que caiu 2,45%.
*Com informações da CNBC
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias