O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Essa análise decorre do patamar elevado de vendas a descoberto que algumas ações do setor varejista apresentam; entenda o que isso significa
Com juros elevados e perspectivas pouco otimistas para o consumo, o setor de varejo aparece distante das principais escolhas dos investidores brasileiros para ações na bolsa hoje. No entanto, as apostas contrárias do mercado podem paradoxalmente levar a uma nova onda de pressão compradora para cinco varejistas na B3, de acordo com o JP Morgan.
Essa análise decorre do patamar elevado de vendas a descoberto que algumas ações do setor varejista apresentam, indicando que muitos investidores apostam na queda desses papéis.
É justamente esse alto percentual de ações vendidas (“short interest”) que pode acionar um gatilho positivo para as ações caso alguma notícia ou mudança de cenário leve a uma busca por cobertura dessas posições — o chamado short squeeze.
Basicamente, o short squeeze acontece quando investidores com posições vendidas (short) precisam desfazer suas apostas na queda do papel recomprando as ações no mercado — consequentemente elevando ainda mais os preços do ativo.
Entre os varejistas que apresentam altos percentuais de ações alugadas, cinco se destacam, de acordo com o JP Morgan. São elas: Azzas 2154 (AZZA3), Smart Fit (SMFT3), Magazine Luiza (MGLU3) e Pão de Açúcar (PCAR3) e Petz (PETZ3).
Para ter ideia, o Magalu e o GPA contam com 17,1% das ações em circulação no mercado atualmente em posições vendidas, contra uma média de 8,6% do mercado, segundo dados da Bloomberg compilados pelo banco.
Leia Também
Confira:
O potencial de alta em um eventual short squeeze não representa uma recomendação de compra. Pelo contrário, aliás, até porque os investidores têm bons motivos para se posicionar na expectativa da queda das ações.
Na realidade, o JP Morgan recomenda cautela. O banco norte-americano avalia que apenas dois destes papéis devem superar o desempenho de mercado e merecem recomendação “outperform”, equivalente à compra.
Um deles é a Azzas 2154 (AZZA3), resultado da fusão entre Arezzo e Grupo Soma. Para o JP Morgan, a empresa oferece uma boa combinação de portfólio de marcas fortes e ainda espaço para expansão, tanto no Brasil quanto nos EUA.
Apesar de um balanço robusto e perspectivas de ganhos de margem e receita, a empresa tem enfrentado revisões negativas nos lucros diante de um cenário macroeconômico desafiador e problemas de execução.
No entanto, na visão dos analistas, os ruídos de governança que pairam sobre a companhia devem desaparecer conforme novos resultados decentes se materializarem gradualmente.
A outra ação que o JP Morgan vê com bons olhos é a Smart Fit (SMFT3), apesar das apostas contrárias no mercado. Para os analistas, a rede de academias é uma das grandes consolidadoras da indústria, com sólidos balanços, execução superior aos pares e impulsionadores robustos de longo prazo.
Os analistas também preveem que ainda há espaço para a companhia mais do que dobrar a presença no México e no Brasil, seus dois principais mercados.
Quanto às demais ações do varejo, o JP Morgan possui recomendação “underperform”, equivalente à venda, para Magazine Luiza (MGLU3) e Pão de Açúcar (PCAR3).
Os analistas preveem que a pressão dos juros elevados no Brasil sobre os já altos níveis de alavancagem dessas empresas deve persistir nos próximos meses, sem sinais evidentes de melhorias nos fundamentos de curto prazo.
O relatório não traz considerações sobre a Petz (PETZ3), que curiosamente é a ação de varejo com o maior short interest da B3.
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas