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Após divulgar resultados operacionais fortes e reforçar o guidance para 2025, os papéis disparam na B3 com investidores embalados pelo ritmo de crescimento da locadora de caminhões e máquinas
A Vamos (VAMO3) vive nesta terça-feira (21) um dia digno de uma playlist da Sandy & Júnior na B3: “vamos pular, vamos pular, vamos pular”. As ações da companhia deram um salto para a liderança dos ganhos do Ibovespa.
As ações encerraram o pregão com alta de 6,9% na B3, negociadas a R$ 3,08, mas ao longo do dia a alta já chegou aos 10%. Esse movimento foi embalado pela reação dos investidores aos dados operacionais da companhia no terceiro trimestre de 2025.
Pela manhã, a empresa divulgou os números. A companhia registrou receita líquida de R$ 1,53 bilhão, avanço de 25,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
O destaque ficou com o segmento de locação, que acelerou para um faturamento recorde de R$ 1,04 bilhão, crescimento de 11,9% na comparação anual.
De acordo com a empresa, o bom desempenho reflete a demanda resiliente por aluguel de veículos e máquinas, mesmo em um cenário de juros altos.
A Vamos também atribui o resultado à maior taxa de ocupação da frota e aos reajustes contratuais, especialmente em contratos prorrogados — fatores que ajudaram a turbinar a receita do trimestre.
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Já no segmento Venda de Ativos (seminovos), a receita foi de R$ 392,3 milhões, avanço de 86,3% na comparação anual. A receita do segmento Indústria cresceu 19,1% na mesma base, para R$ 99,5 milhões.
A divisão de Retomadas somaram R$ 251,1 milhões no terceiro trimestre, recuo de 6,9% frente ao volume de 2024. Já os Términos de Contratos totalizaram R$ 209,4 milhões, alta de 13,5% em relação ao observado na mesma etapa de 2024.
A Vamos ainda reiterou seu guidance para 2025, divulgado em agosto.
Entre as métricas, a companhia prevê um lucro líquido entre R$ 300 milhões e R$ 450 milhões em 2025, um Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) na faixa de R$ 3,5 bilhões e R$ 3,9 bilhões.
Por fim, a alavancagem deve permanecer entre 3,1 a 3,4 vezes a dívida líquida sobre Ebitda.
*Com informações do Money Times
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