🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Dani Alvarenga

Dani Alvarenga

Repórter de fundos imobiliários e finanças pessoais no Seu Dinheiro. Estudante de Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP).

DIVERSIFICAÇÃO

Fundo imobiliário que investe até em ações: com fundos de FIIs ‘virando’ hedge funds, ainda há espaço para FoFs tradicionais na carteira?

Os fundos imobiliários multiestratégia (ou hedge funds) vão substituir os fundos de FIIs? Conversamos com gestores para entender o perfil de cada um

Dani Alvarenga
Dani Alvarenga
24 de março de 2025
6:17 - atualizado às 10:48
Montagem com prédios e outros imóveis em construção e guindastes | Fundos imobiliários, incorporadoras, construtoras, ações, MRV

Os investidores de fundos imobiliários estão voltando a sorrir. Depois de assistir a uma forte queda na bolsa na segunda metade de 2024,o principal índice de referência dos FIIs, o IFIX, já apresenta alta de 4,82% nos últimos três meses. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que o índice fechou o ano anterior com uma queda acumulada de 5,89%.

Na esteira da recuperação, uma classe de ativos imobiliários vem ganhando destaque: os chamados Fundos de Fundos (FoFs) apresentaram alta de 3,8% e ficaram entre os segmentos com maior valorização em fevereiro, segundo relatório do BTG Pactual.

Apesar disso, os FoFs estão tendo a atenção dos participantes do mercado “roubada” por outra classe: os hedge funds, também conhecidos como fundos imobiliários multiestratégia

Na avaliação de especialistas do setor, os hedge funds imobiliários são a nova tendência da indústria e representam uma evolução dos FoFs.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Enquanto os fundos de fundos precisam ter pelo menos 95% dos recursos alocados em cotas de outros fundos, os hedge funds podem investir em diversos ativos atrelados ao mercado imobiliário.

Leia Também

Além de cotas de outros FIIs, os fundos multiestratégia também podem comprar participações diretas em imóveis, ações e debêntures de empresas do setor imobiliário, cotas de fundos de participações ou ações imobiliárias e títulos de renda fixa imobiliária (LCIs, CRIs, Letras Imobiliárias Garantidas - LIGs ou Letras Hipotecárias - LHs).

É como ter, em um só fundo, uma carteira diversificada de fundos de tijolo, fundos de papel e ações de empresas do setor imobiliário.

O segmento também vem brilhando na bolsa — e bem mais que os fundos de fundos —, com uma alta de 7,2% no último mês.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas será que diante desta nova “paixão” dos investidores, os fundos de fundos imobiliários vão cair em desuso?

Para entender as vantagens de cada segmento, o Seu Dinheiro conversou com Ricardo Vieira, responsável pelo setor de Real Estate do Pátria; Mauro Dahruj, gestor da Hedge Investimentos; Jefferson Honório, sócio da Brio investimentos; e Alessandro Vedrossi, sócio da Valora Investimentos.

A nova paixão do setor imobiliário: os hedge funds

Segundo os gestores, a principal atratividade que vem impulsionando o crescimento da classe de hedge funds é a possibilidade de alocar capital em diversos tipos de ativos. Isso porque a flexibilidade permite aproveitar as melhores oportunidades do momento e se proteger em cenários de queda. 

“O Brasil é um país com muita volatilidade, então há momentos em que a melhor estratégia é investir em equity [participações acionárias], e há momentos em que o melhor é investir em dívidas [títulos de renda fixa]. Ter um produto, como o hedge fund, que te dá essa oportunidade, é importante”, explica Alessandro Vedrossi, sócio da Valora Investimentos, que gere o Valora Hedge Fund (VGHF11).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele ainda ressalta que os FoFs ampliam os movimentos do mercado. Assim, quando o IFIX cai, o segmento tende a cair ainda mais, levando junto a distribuição de dividendos. Por outro lado, os fundos de fundos também tendem a subir mais quando o mercado está em alta.

Já os hedge funds, apesar de também sentirem os impactos da volatilidade da bolsa, podem recalibrar o portfólio para se proteger das oscilações e, assim, preservar o pagamento recorrente de dividendos, segundo o gestor da Valora.

Assim, permitem a exposição a ativos que são mais defensivos e, quando há uma reversão do cenário de contração, também admitem investimentos em outros ativos que tendem a se valorizar ainda mais.

Contudo, a flexibilidade gera um aumento no risco dos investimento. Afinal, o investimento direto em ações, por exemplo, tende a ser mais arriscado que o investimento em títulos de dívida imobiliária ou mesmo em certas estratégias de investimento em imóveis — o investimento em desenvolvimento imobiliário tende a ser mais arriscado que a estratégia de comprar imóveis prontos para revender, que por sua vez tende a ser mais arriscada que investir em imóveis para alugar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, é fundamental que os investidores avaliem a exposição da carteira do fundo em cada tipo de ativo, bem como o histórico de gestão e sua capacidade de gerar retorno. 

“Avaliar a qualidade do time da gestora é muito mais importante do que a carteira, o que eu acho que é um pouco difícil para o investidor, porque ele precisa ir além do segmento no qual aquele fundo investe. Ele precisa se questionar se a gestão é capaz de gerar valor", explica Vedrossi.

Hedge fund é para todo mundo?

Apesar das vantagens dos hedge funds, os investidores precisam analisar muito mais do que apenas a gestão — algo, aliás, recomendado para a maior parte dos investimentos.

Na avaliação de Mauro Dahruj, gestor da Hedge Investimentos — gestora do FoF Hedge TOP FOFII 3 (HFOF11) —, o perfil do investidor também importa, e muito. Isso porque, para os investidores conservadores, que buscam dividendos constantes e baixa volatilidade, os hedge funds não são a melhor estratégia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A inclusão de ativos com níveis de volatilidade distintos, como ações, pode desbalancear a alocação de ativos desejada pelo investidor. E, na nossa visão, quem investe em FIIs, em geral, tende a ter um perfil de risco mais conservador”, diz Dahruj.

Além disso, para o gestor, há uma ineficiência fiscal nos hedge funds quando há investimentos em ativos sujeitos à tributação.

De acordo com ele, ao gerar ganho de capital com a venda desses produtos, o hedge fund precisa pagar o imposto naquele momento, mesmo que a distribuição do valor para os cotistas ocorra meses depois.

Com esse pagamento, o fundo acaba diminuindo o capital disponível para reinvestimentos ou distribuição de dividendos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, para Dahruj, investir diretamente nesses ativos não isentos — como ações, cotas de Sociedades de Propósito Específico (SPEs) ou Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) — é mais eficiente fiscalmente do que investir neles via fundos.

Porém, vale ressaltar que quem paga os tributos por ganho de capital com ativos não isentos é o fundo imobiliário.

Os rendimentos distribuídos por fundos imobiliários, mesmo quando são hedge funds, continuam isentos de imposto de renda para a pessoa física quando atendidos aos critérios de isenção.

Para o fundo, isso significa ser negociado em bolsa ou mercado de balcão organizado e ter mais de cem cotistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já para o cotista ser isento, ele não pode ter mais de 10% das cotas do fundo, nem receber dividendos superiores a 10% do total dos rendimentos do fundo.

Também não são isentos grupos de cotistas que sejam parentes entre si até segundo grau ou que façam parte de um mesmo grupo empresarial com poder de eleger a maioria dos administradores do fundo e que, simultaneamente, possuam mais de 30% das cotas do fundo ou recebam mais de 30% dos dividendos pagos.

Os FoFs ainda valem a pena?

Ainda que os hedge funds sejam avaliados como uma modernização do mercado de fundos imobiliários, os gestores acreditam que os FoFs ainda têm espaço para brilhar.

Esses fundos seguem proporcionando uma diversificação da carteira e retornos acima da média em momentos de valorização do mercado de FIIs. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, na avaliação de Jefferson Honório, sócio da Brio Investimentos, os investidores vão, ao longo do tempo, diferenciar melhor as estratégias dos dois tipos de ativos e conseguir avaliar as vantagens de cada um de acordo com o próprio perfil.

“Já existe um pouco dessa percepção, mas os investidores vão entender melhor quais segmentos dão um retorno maior atrelado a um risco maior e quais têm uma maior previsibilidade de caixa”, afirma Honório, cuja gestora está à frente de um hedge fund imobiliário, o Brio Multiestratégia (BIME11).

Porém, na visão do executivo, o que o investidor precisa realmente saber é se esse fundo tem capacidade de gerar valor com as classes em que ele investe.

“Então, nada impede de uma casa ter um fundo que só investe em outros fundos imobiliários, mas que faz isso com vantagens em relação ao mercado”, afirma Honório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já na avaliação Ricardo Vieira, responsável pelo setor de Real Estate do Pátria, apesar de não caírem em desuso, os FoFs tendem a se modernizar, o que pode levar a uma transformação de alguns deles em hedge funds.

“Os FoFs têm ativos que destravam valor e podem ser potencializados. Mas são fundos passíveis de modernização, são organismos vivos, e seus regulamentos não são estáticos. Essa modernização pode transformá-los em um hedge fund”, afirmou, em entrevista ao Seu Dinheiro.

FoFs vs. hedge funds: uma questão de tamanho!

Mauro Dahruj, contudo, avalia que a transformação de FoFs em hedge funds é uma questão de tamanho, ou seja, FoFs menores passaram a ser incorporados por hedge funds que apresentam um maior patrimônio e número de investidores.

É o caso do Valora Hedge Fund (VGHF11), que incorporou o portfólio do Mogno Fundo de Fundos (MGHF11) em 2023. Na visão do gestor da Hedge, a movimentação indica uma tendência de que fundos maiores vão prevalecer no mercado, mas não uma tendência de transformação de FoFs em hedge funds.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nos últimos anos, foram realizadas algumas fusões entre FoFs e hedge funds. Em agosto do ano passado, por exemplo, o BTG Pactual uniu o BTG Pactual Fundo de Fundos (BCFF11), considerado o maior da indústria brasileira na época, ao BTG Pactual Hedge Fund (BTHF11).

Na época, a gestão ressaltou que a vantagem seria a ampliação das possibilidades para o portfólio.

Ainda assim, Dahruj ressalta que a classificação não determina, necessariamente, o sucesso de um fundo. “Na prática, o que importa é a capacidade do gestor de originar e alocar em oportunidades que sejam vencedoras, para que ele possa entregar um retorno diferenciado no longo prazo”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar