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Novos fundos dão acesso a setores, países e estratégias internacionais sem a necessidade de investir diretamente no exterior
A BlackRock deu mais um passo para expandir a presença de seus produtos no Brasil. Em parceria com a B3, a maior gestora de recursos do mundo anunciou nesta segunda-feira (15) a listagem de 29 novos ETFs globais, sendo 28 de ações globais e 1 de renda fixa.
Com a novidade, os investidores locais passam a ter acesso a um total de 181 ETFs da BlackRock listados na bolsa brasileira. Os fundos de índice — que têm estratégia passiva de investimento ao espelhar a composição de índices inteiros —, em sua maioria, são recibos (BDRs) dos fundos da gestora administrados nos Estados Unidos.
Com a listagem na bolsa brasileira, os BDRs de ETFs permitem que o investidor local compre cotas de fundos estrangeiros sem precisar abrir conta em corretoras internacionais ou realizar operações de câmbio. Isso reduz custos e amplia o acesso a ativos globais.
Segundo a B3, a demanda por produtos desse tipo cresce em linha com a busca de investidores brasileiros por diversificação internacional.
“Investir em ativos globais é uma estratégia essencial para os brasileiros que desejam diversificar sua carteira e aproveitar as oportunidades do mercado internacional”, afirma Thalita Forne, superintendente de produtos de equities da B3, em nota.
A nova leva de ETFs da BlackRock trabalha diferentes estratégias de diversificação. Tem fundos que oferecem diversificação setorial, por país e por maturidade de empresa.
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Entre os destaques, estão o TOPB39, ETF que oferece exposição às 20 maiores empresas do S&P 500, e o QTOP39, fundo que reúne 30 ações de gigantes de tecnologia listadas no Nasdaq 100.
Todos os fundos estão disponíveis para compra a partir desta segunda-feira (15). A negociação de ETFs é igual à de ações: basta ter conta em uma corretora, acessar o home broker e digitar o código do fundo negociado na B3.
| Ticker BDR | Nome | Setor |
|---|---|---|
| USIG39 | iShares Broad USD Investment Grade Corp Bond ETF | Corporativo Investment Grade |
| TOPB39 | iShares Top 20 US Stocks ETF | 20 maiores empresas do S&P 500 |
| QTOP39 | iShares Nasdaq Top 30 Stocks ETF | 30 maiores empresas do Nasdaq 100 |
| ACWX39 | iShares MSCI ACWI ex U.S. ETF | Bolsa Global sem EUA |
| BIJT39 | iShares S&P Small-Cap 600 Growth ETF | EUA - Fatorial |
| BGAR39 | iShares MSCI USA Quality GARP ETF | EUA - Fatorial |
| BIWD39 | iShares Russell 1000 Value ETF | EUA - Fatorial |
| BIAI39 | iShares US BrokerDealer & Securities Exchanges ETF | EUA - Corretoras e Bolsas |
| BIEZ39 | iShares U.S. Oil Equipment & Services ETF | EUA - Petróleo |
| BIAK39 | iShares U.S. Insurance ETF | EUA - Seguradoras |
| BIYZ39 | iShares U.S. Telecommunications ETF | EUA - Telecomunicações |
| BEZA39 | iShares MSCI South Africa ETF | País individual - África do Sul |
| BEWO39 | iShares MSCI Austria ETF | País individual - Áustria |
| EDEN39 | iShares MSCI Denmark ETF | País individual - Dinamarca |
| BUAE39 | iShares MSCI UAE ETF | País individual - Emirados Árabes Unidos |
| EPHE39 | iShares MSCI Philippines ETF | País individual - Filipinas |
| BEWN39 | iShares MSCI Netherlands ETF | País individual - Holanda |
| SMIN39 | iShares MSCI India Small-Cap ETF | País individual - Índia, small caps |
| EIDO39 | iShares MSCI Indonesia ETF | País individual - Indonésia |
| BEIS39 | iShares MSCI Israel ETF | País individual - Israel |
| BEWI39 | iShares MSCI Italy ETF | País individual - Itália |
| EWJV39 | iShares MSCI Japan Value ETF | País individual - Japão, com viés de Valor |
| BEWM39 | iShares MSCI Malaysia ETF | País individual - Malásia |
| BEPU39 | iShares MSCI Peru and Global Exposure ETF | País individual - Peru |
| EPOL39 | iShares MSCI Poland ETF | País individual - Polônia |
| BEWS39 | iShares MSCI Singapore ETF | País individual - Singapura |
| BEWD39 | iShares MSCI Sweden ETF | País individual - Suécia |
| BTHD39 | iShares MSCI Thailand ETF | País individual - Tailândia |
| TURK39 | iShares MSCI Turkey ETF | País individual - Turquia |
A BlackRock encerrou o primeiro semestre de 2025 com US$ 12,53 trilhões sob gestão, reforçando sua posição como a maior gestora global de recursos. Em sua estratégia de expansão de produtos e serviços, o Brasil tem sido cada vez mais visado, pela aceleração no uso de ETFs para diversificação.
Segundo a BlackRock, os investidores pessoas físicas do Brasil ainda não destravaram todo o potencial dos ETFs. A gestora acredita que o mercado de fundos passivos é pequeno no país. Se acontecer como foi nos EUA, deve chegar um momento em que o boom acontece e destrava esse potencial.
Diferentemente dos fundos de investimentos, os ETFs são fundos de “gestão passiva”, em que não há mudanças significativas na carteira, com a escolha específica de ativos de tempos em tempos. Esses fundos apenas replicam índices que já existem.
“[Com os novos lançamentos] é possível construir alocações internacionais ainda mais granulares, seja por países, setores ou fatores, com a mesma liquidez e acessibilidade que já caracterizam os ETFs iShares”, afirma Bruno Barino, presidente da BlackRock Brasil.
Com esse movimento, a gestora busca consolidar o uso de ETFs como porta de entrada para o mercado global entre brasileiros.
Em junho, a gestora global lançou dois fundos específicos focados no Ibovespa: o EWBZ11 e o CAPE11, que oferecem estratégias específicas para a alocação em ações brasileiras.
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