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Dado de emprego nos EUA, que mostrou uma abertura de vagas maior do que o esperado pelo mercado em maio, impulsionou os índices lá fora — Tesla engatou recuperação e avançou mais de 6% depois do tombo da sessão anterior; por aqui, as coisas seguiram mornas

Dados melhores do que o esperado do mercado de trabalho norte-americano deram impulso à bolsa de Nova York nesta sexta-feira (6). O S&P 500 saltou para a marca dos 6 mil pontos, mas o Ibovespa recuou, chegando a operar abaixo dos 136 mil pontos.
O principal índice da bolsa de valores brasileira iniciou o dia com alta de 0,50%, atingindo a máxima intradia, aos 136.889,88 pontos, mas inverteu o sinal sem um gatilho aparente e, fechou com queda de 0,10%, aos 136.102,10 pontos.
No mercado de câmbio, o dólar à vista operou boa parte do dia em alta, mas acabou encerrando o dia com queda de 0,26%, cotado a R$ 5,5698.
Lá fora, o S&P 500 subiu 1,03%, aos 6.000,36 pontos. Essa foi a primeira vez que o índice mais amplo da bolsa de Nova York superou os 6 mil pontos desde fevereiro. Já o Dow Jones teve alta de 1,05%, aos 42.762,87 pontos; e o Nasdaq ganhava 1,20%, aos 19.529,95 pontos.
Em Wall Street, as ações da Tesla chamaram atenção, chegando a subir mais de 6% ao longo da sessão e encerrando o dia com alta de 3,67%. No dia anterior, os papéis da fabricante de carros elétricos despencaram 14% em meio a uma briga travada entre o bilionário Elon Musk e o presidente norte-americano, Donald Trump. Você pode conferir os detalhes aqui.
Outros grandes nomes relacionados à tecnologia, como Nvidia, Meta e Apple, também negociaram em alta no pregão de hoje.
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Os yields (rendimentos) dos Treasurys também avançaram e pressionaram os juros futuros no Brasil, contaminando alguns papéis mais sensíveis ao ciclo econômico na B3, como as varejistas Azzas (-1,81%) e Lojas Renner (-4,67%).
A economia norte-americano criou 139 mil postos de trabalho em maio, acima da previsão da Dow Jones de 125 mil vagas para o mês, mas abaixo das 147 mil em abril, revisados para baixo. A taxa de desemprego permaneceu inalterada em 4,2%.
“O payroll permaneceu resiliente no mês passado, apesar da elevada incerteza em relação à política comercial. Embora as significativas revisões para baixo em relação aos meses anteriores tenha ajudado a diminuir o brilho do relatório, é justo dizer que o mercado de trabalho está se mantendo melhor do que o esperado”, disse o diretor e economista sênior da TD Economics, Thomas Feltmate.
Uma série de dados divulgados no início desta semana sinalizou uma possível desaceleração econômica nos EUA, levantando questões sobre o impacto das negociações tarifárias conduzidas por Trump e os próximos passos do Federal Reserve (Fed), que se reunirá para definir os juros nos dias 17 e 18 de junho.
“A elevada incerteza em torno da política comercial e fiscal, juntamente com a inflação ainda elevada, fez com que as autoridades não tivessem pressa em cortar as taxas. Embora o mercado de trabalho esteja mostrando sinais de arrefecimento, a criação de empregos ainda está em ritmo saudável e ressalta a necessidade contínua de paciência”, disse Feltmate.
Os contratos futuros de juros estão atualmente precificando apenas 20 pontos-base (pb) de flexibilização da política monetária até setembro e dois cortes de 25 pb até o final do ano.
Por aqui, os investidores monitoraram eventuais novidades sobre as alternativas do governo ao aumento do IOF. As opções, que devem ser apresentadas a lideranças no Congresso no domingo (8), podem ficar para segunda-feira (9).
Mais cedo, a divulgação do índice geral de preços - disponibilidade interna (IGP-DI) mostrou uma queda de 0,85% em maio, após uma alta de 0,30% em abril.
Do lado da política monetária, enquanto nos EUA a expectativa é de quem o Fed comece a afrouxar os juros, no Brasil, a curva futura passou a levar em consideração um ajuste final de alta de 25 pb na Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de junho.
A expectativa de novo aumento dos juros por aqui, reflete principalmente a atividade que tem resistido mesmo com a Selic elevada — atualmente em 14,75% ao ano — e incertezas fiscais, apesar de algum alívio na inflação.
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