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Analistas consideram que diferença entre os valuations das duas empresas tornou o negócio ainda mais atrativo; Fleury estaria agora em bom momento de entrada para a Rede D’Or efetuar a aquisição
O Fleury (FLRY3) está em um bom ponto de entrada, com preço atrativo para a aquisição pela Rede D'Or (RDOR3) sair, acreditam os analistas Samuel Alves e Maria Resende, do BTG Pactual.
Em relatório sobre a negociação supostamente em curso, noticiada no fim do mês de julho, o banco lembra que inicialmente as ações do Fleury subiram cerca de 15% no dia seguinte à notícia.
Mas durante o mês de agosto as ações da Rede D'Or dispararam 20% após os resultados positivos do segundo trimestre, enquanto os papéis FLRY3 subiram apenas 4%.
"Dada a performance mais forte de RDOR desde então, nós acreditamos que a probabilidade de uma transação está agora ainda maior, ou pelo menos que um prêmio mais atrativo para FLRY3 tenha se tornado um cenário mais plausível", dizem os analistas.
A distância também aumentou entre as métricas de valuation das duas empresas. As ações RDOR3 foram reprecificadas de forma mais agressiva, com seu múltiplo de preço sobre lucro ajustado (P/L) para 2026 subindo de 13,5 vezes para 15 vezes em poucas semanas, diz o BTG.
Em contraste, o Fleury ainda negocia abaixo de 10 vezes lucros para 2026, uma reprecificação modesta em comparação às 9 vezes anteriores, segundo os analistas.
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Em outras palavras, o prêmio do múltiplo da Rede D'Or em relação ao do Fleury cresceu de 31% quando a possível aquisição foi noticiada para 48% agora.
"Na nossa visão, quando a Rede D'Or negocia a um múltiplo mais alto, a probabilidade de um negócio baseado em ações aumenta, o que por sua vez torna FLRY mais atrativo como uma maneira de capturar upside [potencial de valorização]. Claro, isso depende da estrutura do negócio, mas uma alternativa de troca de ações é um cenário provável", escrevem Alves e Resende.
Para os analistas, existe agora uma assimetria de risco-retorno para o Fleury: a desvalorização da ação caso não seja fechado negócio deve ser contida (até cerca de 10%), enquanto a valorização pode ultrapassar de 20% a 30% se uma transação com prêmio significativo se materializar.
O relatório lembra que os resultados do segundo trimestre do Fleury desapontaram o mercado, o que explica o desempenho abaixo dos pares em agosto.
O balanço do terceiro trimestre, no entanto, deve marcar um ponto de virada para a rede de diagnósticos, beneficiado por efeitos do calendário favoráveis e mais dias úteis. O crescimento da receita deve vir mais forte, assim como a alavancagem operacional.
"Ao mesmo tempo, os investidores são compensados com um dividend yield atrativo, em torno de 8% para 2025, o que funciona como um colchão caso a transação seja postergada ou não se materialize. A combinação de um momentum de recuperação operacional e carrego fortalece a tese de FLRY nos níveis atuais", avalia o banco.
A Rede D'Or continua como top pick do BTG no setor de saúde, considerada a melhor ideia de buy and hold (comprar para segurar, em tradução livre) do universo de cobertura do banco.
"A companhia oferece uma combinação única de perspectivas de crescimento forte no negócio hospitalar, melhoria da lucratividade nos segmentos de hospitais e seguros e diversos catalisadores potenciais, incluindo alavancagem significativa a taxas de juros baixas e a opcionalidade de fusões e aquisições, como a compra do Fleury", diz o relatório.
As ações do Fleury, entretanto, também oferecem atualmente um bom ponto de entrada, uma vez que o poder de fogo da Rede D'Or para uma aquisição aumentou.
Nesta segunda-feira (1), as ações FLRY3 avançam mais de 3%.
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