O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em painel na TAG Summit, gestores afirmaram que está valendo mais a pena para os hedge funds imobiliários e FI-Infras comprar cotas de outros fundos da sua classe do que investir diretamente em ativos individuais
Os preços das cotas dos fundos listados, como fundos imobiliários, FI-Infras e fiagros, estão tão descontados, na avaliação de gestores, que está valendo mais a pena comprar cotas desses fundos do que novos ativos para compor os portfólios.
Essa foi a avaliação de Daniel Pegorini, sócio-fundador e CEO da Valora Investimentos, e de Ulisses Nehmi, CEO da Sparta, durante painel na TAG Summit, em evento realizado nesta terça-feira (6).
Segundo Ulisses Nehmi, nunca foi uma estratégia da Sparta comprar cotas de outros fundos, mas o deságio de preço dos ativos listados em bolsa é tão grande que a gestão acabou cedendo.
“Estamos falando de descontos de mais de 10% em portfólios muito bons. Tem mais oportunidade nesses fundos, que têm títulos bons em suas carteiras, do que nos títulos que estão saindo agora, com retornos menores e preços maiores”, diz.
O gestor afirma que, em 2023, quando aconteceu o evento Americanas, a Sparta conseguiu comprar muitas debêntures a bons preços para compor seus fundos de renda fixa. Porém, de lá para cá, o cenário mudou, com os prêmios [retorno extra em relação aos títulos públicos] diminuindo entre as boas emissoras.
O cenário é um pouco diferente para os hedge funds focados no mercado imobiliário, segundo Pegorini. Porém, a estratégia de compra de fundos é a mesma.
Leia Também
“Atualmente, nosso hedge fund tem a maior carteira de FIIs que já teve. Estamos fortemente comprados em fundos. Estamos falando de ativos com 15%, 20% de desconto nos preços, pagando dividendos altos. É o nosso foco agora”, disse.
Ações e crédito privado perderam espaço.
O CEO da Valora vê mais valor na diversificação da carteira de um fundo e nos seus dividendos do que na compra de um ativo individual neste momento. Mesmo com a valorização de 9% que o Ifix, principal índice de fundos imobiliários da B3, registrou de janeiro até abril, o gestor afirma que ainda há FIIs muito descontados.
Para os gestores, a premissa de que juros altos são ruins para o mercado imobiliário não é verdadeira. Rodrigo Possenti, head de fundos imobiliários do Fator, afirma que é um momento ótimo para a compra de imóveis.
O problema é a perda de valor dos fundos listados em bolsa, que prejudica as possibilidades de captação de recursos via mercado de capitais para mais aquisições.
“A curva de juros tem menos impacto nessa lógica da economia real e tem mais a ver com os movimentos de mercado, que têm muito de movimento de manada”, diz Pegorini, da Valora.
“Um investidor se dispõe a vender um FII com 30% de deságio no preço em relação ao patrimônio. Essa pessoa faria o mesmo se fosse a negociação da sua casa? Esse tipo de coisa acontece no mercado de fundos porque não tem os institucionais para dar base. Porque são eles que entendem o valor desses ativos, seus fundamentos”, afirma, lembrando da grande quantidade de pessoas físicas nesse mercado.
Ulisses Nehmi, da Sparta, pondera que as distorções também prejudicam a avaliação de investidores mais fundamentados.
“O deságio é tão grande que investidores chegam a ligar para a gestora para entender se tem algum problema de fundamento que eles não estão vendo, para justificar um preço tão baixo. Mas não, não tem. Ou nós não estamos vendo também”, brincou durante o painel.
Para os próximos meses, os gestores acreditam que os fundos devem continuar performando bem, com alguma volatilidade. A possibilidade de fim do ciclo de alta da Selic deve se somar ao impulso dos ativos ao longo deste ano.
VEJA TAMBÉM: FUNDOS DE FUNDOS (FOFs) vs. HEDGE FUNDS: Descubra qual faz MAIS SENTIDO para seu BOLSO
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário