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Felipe Miranda, estrategista-chefe da Empiricus e sócio do BTG Pactual, fala sobre como se posicionar para as eleições de 2026 e indica uma carteira de ações capaz de trazer bons resultados em qualquer cenário
Falta pouco menos de um ano para as eleições de 2026, mas o assunto já está tão presente no mercado financeiro que poderia ser em um mês. Gestores de fundos de investimento já avaliam probabilidades, possíveis candidatos e quais as melhores oportunidades de entrada em ações e no Ibovespa.
Esse foi o assunto do podcast Touros e Ursos nesta semana. O Seu Dinheiro ouviu o estrategista-chefe da Empiricus e sócio do BTG Pactual, Felipe Miranda. Para ele, todo mundo já está discutindo eleições, mas ainda há espaço para se posicionais antes do tema esquentar.
“Eu acho que a eleição está fazendo pouco preço hoje. Não quer dizer que não esteja fazendo preço, porque eu acho que está. E quem fala que não está brigando com a realidade”, disse Miranda.
Porém, para o estrategista, como as eleições ainda estão longe, é preciso ponderar um cenário de curto prazo e um cenário de longo prazo. Há, ainda, a possibilidade de alocação em ações que surfam em todos os cenários possíveis.
O mercado tem uma predileção pela alternância de poder em 2026. Miranda afirma que não se trata de uma rejeição pessoal ao atual governo, mas ao conjunto de políticas implementadas que não priorizam a sustentabilidade da dívida pública, o controle da inflação ou um ambiente construtivo para empresas.
A eleição de um representante da centro-direita, na opinião do estrategista, seria vista como um cenário "muito melhor para os mercados". Contudo, ele pondera que a vitória da oposição não significa que "todos os nossos problemas estão resolvidos".
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“Se for o Lula, vende tudo de bolsa? Eu acho que não. Requer um ajuste dentro de portfólio para entender quais empresas têm boas condições de navegar mesmo com a maré baixa”, afirmou Miranda.
Para o investidor que deseja evitar o "jogo de eleição" e "dormir bem, despreocupado", a recomendação do estrategista é focar em um portfólio para todos os climas, com empresas mais resilientes.
Entre os nomes citados por Miranda, estão: Mercado Livre, Itaú, Direcional e Equatorial, por exemplo. (confira a lista completa aqui)
Para o estrategista, as condições adversas evidenciam a competência, favorecendo as empresas com balanço forte, poder de remarcar preço e acesso ao capital. Nessas situações, as empresas mais bem geridas tendem a ganhar espaço no mercado e podem até comprar concorrentes fragilizados.
Porém, a maior oportunidade de retorno no longo prazo está nas small caps, na opinião de Miranda. O estrategista afirma que o desconto dessas empresas é significativo porque elas são muito sensíveis ao fluxo de investidores locais.
Alguns exemplos de small caps de qualidade que conseguiram performar bem no passado, mesmo em cenários desfavoráveis, incluem BR Partners, Alpargatas e Moura Dubeux. (confira a lista completa aqui)
No quadro Touros e Ursos, que dá nome ao podcast — em que os “touros” são os destaques positivos e os “ursos” são os negativos — as debêntures incentivadas ficaram com a indicação negativa.
Depois de a medida provisória que tirava a isenção desses títulos perder a validade, a demanda diminuiu e os papéis passam por uma “mudança de maré”, com os preços dos ativos ficando no vermelho.
Além disso, o presidente do banco central dos EUA, Jerome Powell, também levou a pior. Powell quebrou a expectativa do mercado ao não se comprometer com um novo corte de juros em dezembro. O resultado foi queda nas bolsas norte-americanas e alta do dólar.
Já o principal Touro foi o próprio Ibovespa. O índice fechou acima dos 150 mil pontos pela primeira vez nesta semana e segue renovando os recordes.
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