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Ao todo, foram duas suspensões de operações envolvendo títulos prefixados e indexados à inflação em um único dia, uma entre 13h e 14h45 e outra por volta das 15h30
Os investidores brasileiros se viram impossibilitados de operar títulos públicos pelo segundo dia seguido via Tesouro Direto nesta terça-feira (13), devido a novas paralisações no mercado.
Após uma dupla interrupção das operações ontem, os negócios com títulos prefixados e indexados ao IPCA voltaram a ser paralisados pelo “circuit breaker” hoje.
No caso da renda fixa, a pausa acontece quando a volatilidade dos juros atinge níveis extremos, deixando disponível para negociação apenas o Tesouro Selic, considerado o título mais conservador e menos suscetível a essas oscilações mais bruscas.
Ao todo, foram duas suspensões em um único dia. No pregão de hoje, o site do Tesouro ficou inacessível entre 13h e 14h45.
Pouco tempo depois, próximo das 15h30, a plataforma foi suspensa de novo para negócios envolvendo os prefixados e Tesouro IPCA+.
O cenário de instabilidade ocorreu em meio a falas do presidente da Câmara, Arthur Lira, que sinalizou que um dos projetos de lei do pacote de medidas fiscais anunciado pelo governo federal poderia ser votado ainda nesta hoje.
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Essa expectativa elevou a tensão no mercado e pressionou a curva de juros futuros (DIs), refletindo no comportamento dos títulos públicos.
Mais cedo nesta terça-feira, a abertura dos DIs fez com que os títulos do Tesouro Direto — tanto os prefixados quanto os atrelados à inflação — atingissem novos recordes de rentabilidade nas negociações.
Para ter uma ideia, no início da sessão, os 31 títulos IPCA+ estavam oferecendo uma remuneração de +7% de juro real.
Esse tipo de movimento, embora historicamente incomum no mercado de renda fixa, tem se repetido com frequência nos últimos dias.
Há algumas sessões, o Tesouro vem alcançando novos picos de rentabilidade e acionando o circuit breaker.
Só na última semana, as negociações chegaram a ser interrompidas quatro vezes, o que evidencia o cenário de forte volatilidade nos juros no país.
*Com informações do Estadão.
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