🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

ONDE INVESTIR

8 títulos de renda fixa isentos de imposto de renda para lucrar em cenário de alta de juros e inflação, segundo o BB-BI

Banco manteve indicações de novembro e acrescentou CRA da Marfrig e debênture da Eletrobras, diante da aversão a risco no mercado doméstico

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
2 de dezembro de 2024
18:45 - atualizado às 18:06
Dinheiro Salva Vidas - Proteção - Segurança - Emergência
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Com o aumento da aversão ao risco no mercado doméstico após o anúncio do pacote de corte de gastos do governo na semana passada, o cenário demanda cautela do investidor. O pessimismo tomou conta da bolsa de valores e impulsionou o dólar e os juros futuros, derrubando também os preços dos títulos de renda fixa. Além disso, as previsões para a Selic e a inflação aumentaram.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o mercado, o pacote fiscal anunciado deve ter uma economia menor que os R$ 70 bilhões em dois anos projetados pelo governo, o que deve exigir do Banco Central uma política monetária ainda mais restritiva, com uma elevação da taxa básica de juros ainda maior que a esperada inicialmente.

Além disso, a alta dos juros e do dólar deve bater ainda mais na inflação, que também deve ser impulsionada caso a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês de fato saia do papel, liberando mais recursos para o consumo e aquecendo a demanda.

Assim, não só o mar não está para peixe na bolsa brasileira, como o cenário exige uma proteção extra contra a alta dos juros e também da inflação contratada à frente.

Proteção contra a alta dos juros e da inflação se mostra ainda mais importante

Neste sentido, o BB-BI destaca, em sua carteira recomendada de renda fixa privada para o mês de dezembro, a importância de o investidor investir em ativos indexados ao IPCA e ao CDI neste momento caracterizado pelo banco como "desafiador", a fim de se proteger da alta desses indicadores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A instituição manteve as indicações dos mesmos ativos recomendados para novembro e acrescentou mais dois à carteira: um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) emitido pela Marfrig e uma debênture emitida pela Eletrobras.

Leia Também

Uma das justificativas para a manutenção da indicação dos demais papéis é, segundo o BB-BI, o fato de que seus emissores têm alta qualidade e uma estrutura financeira robusta, o que contribui para maior estabilidade em meio à volatilidade macroeconômica.

Vale lembrar que, com a desvalorização vista nos títulos de renda fixa indexados à inflação, abrem-se oportunidades de compra desses papéis, que passaram a prometer retornos ainda mais gordos para quem os levar ao vencimento.

Além disso, todos os títulos indicados pelo BB-BI são isentos de imposto de renda, o que os torna ainda mais robustos para proteger o valor investido contra a perda do poder de compra em razão de uma inflação elevada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira abaixo os títulos selecionados pelo BB-BI para dezembro:

TipoCódigoEmissorIndexadorVencimentoInvestidor
DebêntureTRPLA4Isa Energia BrasilIPCA+15/10/2033Público geral
DebêntureEQUA11EquatorialIPCA+15/11/2036Qualificado*
DebêntureJALL13JallesIPCA+15/09/2032Público geral
DebêntureJALL15JallesIPCA+15/05/2034Público geral
DebêntureELET14EletrobrasIPCA+15/09/2031Público geral
CRACRA022006N5IpirangaIPCA+15/06/2032Público geral
CRACRA024009Q4MarfrigIPCA+16/10/2034Público geral
CRI24D2765586Cyrela% CDI15/05/2028Público geral
CRI22C1362141Grupo MateusIPCA+17/07/2034Público geral
(*) Investidor qualificado é aquele que tem mais de R$ 1 milhão em aplicações financeiras.
Fonte: BB-BI

Duas novas recomendações de renda fixa para dezembro: debênture da Eletrobras e CRA da Marfrig

Os dois novos ativos incluídos na carteira recomendada de crédito privado do BB-BI refletem a busca do banco por diversificação setorial e exposição a companhias com forte perfil de crédito e presença consolidada em seus respectivos mercados de atuação, dizem os analistas.

O CRA da Marfrig foi escolhido porque o frigorífico tem "sólida geração de fluxo de caixa e posição global no setor de proteína animal".

Já a Eletrobras é um emissor que figurou entre as recomendações do BB-BI até setembro e que, neste mês, "além de apresentar boa relação risco versus retorno, voltou a atender os critérios de disponibilidade previstos em nosso processo de análise", diz o banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque um dos pré-requisitos de seleção de ativos pelo BB-BI é que o ativo atenda a um critério mínimo de volume disponível para investimento, para que tenham liquidez.

"Acreditamos que os novos ativos selecionados oferecem uma combinação atrativa de retorno e proteção contra a inflação, em alinhamento com nossa tese de investimentos, que busca qualidade e emissores com características defensivas", diz o relatório.

O gráfico a seguir, divulgado pelo BB-BI, demonstra o retorno extra projetado para os ativos indicados em relação aos títulos públicos Tesouro IPCA+ correspondentes, antes e depois de descontado o IR destes últimos:

Pontos de atenção

É importante ressaltar, no entanto, que títulos de crédito privado emitidos por empresas, como debêntures, CRI e CRA, não contam com proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), isto é, o investidor está exposto ao risco de crédito e à saúde financeira do emissor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, esses papéis são mais arriscados que títulos públicos e papéis bancários como CDBs, LCIs e LCAs, embora tenham potencial de retorno maior.

Além desse risco de calote mais elevado, os títulos de crédito privado têm risco de mercado, pois seus preços variam conforme as taxas de juros futuras e a demanda pelos papéis.

No caso dos títulos indexados à inflação, a alta nos juros futuros leva a uma elevação nos seus retornos, com uma consequente queda nos preços.

Quem leva os títulos até o vencimento, porém, recebe exatamente a rentabilidade contratada na compra, não ficando sujeito aos efeitos da flutuação de curto prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Finalmente, o BB-BI alerta que suas recomendações de títulos de crédito privado são independentes umas das outras. Não se trata de uma carteira que vise a superar um índice de mercado específico, não sendo o investidor obrigado a investir em todos os ativos.

Trata-se apenas de títulos que apresentam boa relação de risco-retorno de acordo com os critérios dos analistas. Da mesma forma, a retirada de um ativo da carteira não representa uma recomendação de venda, apenas que ele não se mostra mais tão atrativo para compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundos de crédito privado perdem R$ 19 bilhões em dezembro, mas gestores estão mais otimistas com debêntures neste início de ano

20 de janeiro de 2026 - 18:01

Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses

TÍTULOS PÚBLICOS

Tesouro Direto volta a oferecer retornos recordes; Tesouro IPCA+ paga 8% mais inflação e prefixados rendem mais de 13%

20 de janeiro de 2026 - 12:29

Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto

SEGUNDA CHANCE

CDBs do Master: onde reinvestir o dinheiro da garantia paga pelo FGC

19 de janeiro de 2026 - 18:05

Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras

COMPRAR OU VENDER?

Este fundo de infraestrutura, isento de IR, é eleito pelo BTG como a pechincha do setor — confira qual

19 de janeiro de 2026 - 14:41

Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos

CDBs

FGC começa pagamentos do Banco Master e dispara alerta: fraude atinge quem tem valores a receber

18 de janeiro de 2026 - 17:34

Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento

RENDA FIXA

Com juros altos, o fantasma do endividamento ainda pode assombrar as empresas em 2026? O que esperar do mercado de dívida corporativa

15 de janeiro de 2026 - 6:24

Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas

GANHO EM DÓLAR

BTG recomenda bond da Raízen (RAIZ4) na carteira de renda fixa internacional — e outros quatro títulos de dívida de brasileiras

14 de janeiro de 2026 - 17:45

Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto

CARTEIRA RECOMENDADA

Tesouro Prefixado ou Tesouro IPCA+? O que dizem as recomendações de renda fixa e Tesouro Direto para janeiro

13 de janeiro de 2026 - 12:32

Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB

OURO DE TOLO

Investiu em CDBs do Master? Seu retorno pode estar abaixo de 100% do CDI! Veja quanto você já deixou de ganhar com o dinheiro parado

9 de janeiro de 2026 - 12:20

Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor

BALANÇO DA RENDA FIXA

Com Selic a 15%, renda fixa conservadora brilhou em 2025, mas destaque foram os prefixados; veja o desempenho do Tesouro Direto no ano

1 de janeiro de 2026 - 12:10

Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas

É A VEZ DO CRÉDITO

Adeus, poupança. Olá, debêntures! Como as mudanças na renda fixa mexeram com investimentos e crédito às empresas

22 de dezembro de 2025 - 14:32

Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos

RENDA FIXA

Banco ABC Brasil lança LCIs e LCAs com pagamento de juros mensais — entenda a novidade nos títulos isentos de IR

16 de dezembro de 2025 - 17:45

Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado

RENDA FIXA

Como garantir retorno de 1% ao mês antes do corte da Selic? Veja simulações de taxas e títulos de renda fixa

11 de dezembro de 2025 - 6:02

O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo

CARTEIRA RECOMENDADA

Última chamada do ano para maiores retornos na renda fixa: carteira de dezembro vai de CRAs da Minerva a CDB prefixado de 14% ao ano

8 de dezembro de 2025 - 14:58

BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Ambipar (AMBP3) não é Americanas (AMER3): as lições dos calotes de 2025 no mercado de crédito privado para avaliar o risco da sua carteira

5 de dezembro de 2025 - 18:09

Em carta mensal, Sparta analisa por que os eventos de crédito deste ano não doeram tanto no mercado de debêntures quanto os de empresas como Americanas e Light em 2023 e avalia os cenários de risco e oportunidades à frente

TEMOR NÃO SE CONFIRMOU

A onda de resgates foi só uma marolinha: para gestor da ARX, fundos de crédito isentos de IR continuarão bombando em 2026

27 de novembro de 2025 - 6:01

Pierre Jadoul não vê investidor disposto a tomar risco e enfrentar volatilidade enquanto juros continuarem altos e eleições aumentarem imprevisibilidade

TEMPO LIMITADO

CDB que rende 150% do CDI é a aposta de investimento do Mercado Pago para a Black Friday

17 de novembro de 2025 - 19:32

O produto estará disponível por tempo limitado, entre os dias 24 e 28 de novembro, para novos clientes

RENDA FIXA

Órfão dos CDBs de 120% do CDI do Banco Master? Confira as opções mais rentáveis com outros emissores e indexadores

17 de novembro de 2025 - 6:09

Após o tombo do Banco Master, investidores ainda encontram CDBs turbinados — mas especialistas alertam para o risco por trás das taxas “boas demais”

ANBIMA DATA

Tesouro Direto: Prefixados disparam e lideram retorno da renda fixa — e tendência deve se intensificar até 2026

15 de novembro de 2025 - 17:05

Levantamento da Anbima mostra que a expectativa de queda da Selic puxou a valorização dos títulos de taxa fixa

ESTRATÉGIA DOS GESTORES

O prêmio voltou: gestores viram a mão nas debêntures isentas de IR, mas ainda apostam em retorno melhor à frente

12 de novembro de 2025 - 18:51

A correção de spreads desde setembro melhora a percepção dos gestores em relação às debêntures incentivadas, com o vislumbre de retorno adequado ao risco

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar