O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Se o dinheiro do fundo soberano fosse dividido igualitariamente agora, cada cidadão desse país receberia um pix de R$ 1,66 milhão
O fundo soberano da Noruega voltou a render manchetes nos cadernos de finanças nesta quarta-feira.
O maior fundo soberano do mundo reportou lucro de 1,48 trilhão de coroas norueguesas durante o prêmio semestre de 2024. O montante equivale a R$ 750 bilhões.
Trata-se de um rendimento acumulado de 8,6% sobre o capital declarado pela administração do fundo na virada do ano.
“O resultado derivou principalmente dos investimentos em ações de tecnologia em meio à crescente demanda por novas soluções em inteligência artificial”, disse Nicolai Tangen, CEO da Administração de Investimentos do Banco da Noruega.
A Administração de Investimentos do Banco da Noruega é a responsável pela gestão do Fundo Global de Pensão do Governo, nome formal de um fundo tido como referência ao redor do mundo.
A Noruega se consolidou como uma grande produtora de petróleo a partir da década de 1970.
Leia Também
Em 1990, o Parlamento decidiu criar um fundo para reinvestir os lucros e atender a duas preocupações principais:
Isso porque é graças principalmente à exportação de petróleo que a Noruega sustenta um Estado de bem-estar social que assegura a seus cidadãos uma vida materialmente confortável.
Não é à toa, portanto, que a Noruega frequenta os lugares mais altos de rankings de qualidade de vida e ostenta indicadores econômicos e sociais citados como referência. Ter uma população inferior a 5,5 milhões de habitantes ajuda.
Voltando ao fundo soberano, os lucros elevados com as exportações de petróleo somados a investimentos certeiros renderam frutos. Com o passar dos anos, ele se transformou no maior do mundo em sua categoria.
O fundo soberano da Noruega investe no mercado de ações, em títulos da dívida de governos e empresas, imóveis e infraestrutura de energias renováveis.
Em contrapartida, seus gestores são proibidos de investir em empresas dos setores de armas e tabaco.
Também estão excluídas empresas envolvidas em abusos de direitos humanos e, ironicamente, para um fundo lastreado nos lucros do petróleo, companhias que representem risco severo ao ambiente.
No encerramento do primeiro semestre, o fundo soberano da Noruega era sócio de 8.763 empresas de 71 países e mantinha 17,75 trilhões de coroas norueguesas sob gestão.
Se todo o petróleo da Noruega acabasse de repente e o todo o dinheiro dessa poupança fosse dividido igualitariamente entre a população do país nórdico, cada cidadão norueguês receberia o equivalente a R$ 1,66 milhão.
Segundo as atuais projeções, no entanto, as reservas de óleo e gás da Noruega só devem se extinguir perto de 2100.
*Com informações da CNBC.
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País