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Tesla, SpaceX e outras gigantes de tecnologia ganham terreno com a aliança entre negócios e política nos EUA
Em seu discurso de vitória, o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou: “Nós temos uma nova estrela. Uma estrela nasceu, Elon! Não, ele é. Agora ele é um cara incrível. Estivemos juntos esta noite. Você sabe, ele passou duas semanas na Filadélfia e em diferentes partes da Pensilvânia fazendo campanha”.
Elon Musk, o homem mais rico do mundo, investiu mais de 130 milhões de dólares na campanha do candidato republicano. Sua aposta foi um sucesso. A vitória de Trump fez as ações da Tesla (TSLA) subirem 11% na bolsa de Nova York em um único dia, o que adicionou 15 bilhões de dólares ao patrimônio líquido de Musk.
Esse retorno inicial, embora expressivo, é apenas uma parte dos possíveis ganhos de Musk, já que o presidente eleito só assume o cargo no dia 20 de janeiro de 2025. Isso sem contar as outras grandes empresas do bilionário que sequer estão na bolsa.
Starlink, SpaceX e o X podem se beneficiar enormemente da administração Trump, sem falar sobre a influência pessoal que o empresário sul africano terá sobre o futuro presidente.
No início de setembro, o então candidato republicano anunciou a criação de um Departamento de Eficiência Governamental para auditar todo o governo federal. A ideia partiu do próprio Musk, que provavelmente terá grande influência sobre a pasta.
Um episódio ilustra as intenções do bilionário em relação à sua influência sobre o governo dos Estados Unidos. Em 27 de outubro, no Madison Square Garden, em Nova York, Musk participou de um comício pró-Trump, onde foi apresentado por Howard Lutnick, CEO da corretora Cantor Fitzgerald, como o "maior capitalista" da história dos EUA.
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Lutnick mencionou que ele e Musk seriam cofundadores do futuro Departamento e perguntou a Musk quanto ele achava que poderia ser cortado do orçamento federal. Musk respondeu "pelo menos US$ 2 trilhões", quantia maior que o maior orçamento discricionário do governo federal norte-americano.
Outro aspecto importante é a quantidade de processos judiciais que envolvem as companhias de Elon Musk . Alegações de violações das leis de valores mobiliários, segurança no trabalho, violações de direitos trabalhistas e civis, violações de leis ambientais federais, fraude ao consumidor e defeitos de segurança em veículos. Ao todo são 19 investigações federais e processos judiciais em curso.
Espera-se que a influência do empresário desacelere o andamento dessas investigações e lhe dê poder para minar agências reguladoras que ele já criticou abertamente. Musk tem sido um crítico vocal da revisão federal sobre sua empresa de foguetes, a SpaceX, e deseja acelerar a aprovação de sua tecnologia de direção autônoma.
Suas acusações também incluem o governo Biden, por contratar pessoal demais para o Internal Revenue Service (IRS) e ele se manifesta contra o chamado “imposto sobre bilionários”. A IRS é a agência dos EUA responsável pela cobrança de impostos, administração das leis fiscais e combate à fraude tributária.
Donald Trump pode abrir espaço para que as empresas de Elon Musk consigam autorizações e parcerias que já vêm sendo buscadas há anos. Os carros autônomos, por exemplo, já estão em desenvolvimento há uma década pela Tesla, mas, até agora, não foram considerados seguros pelo governo norte-americano para operarem sem supervisão.
A SpaceX já recebeu mais de 19 bilhões de dólares em contratos com o governo federal desde 2008, incluindo parcerias com a NASA, a Força Aérea e a Space Force dos EUA. Segundo Geoff Orazem, CEO da FedScout, a empresa está a caminho de receber vários bilhões de dólares anualmente em contratos principais com o governo federal nos próximos anos.
Já a Tesla se beneficia de créditos ambientais. A empresa reportou em torno de 10 bilhões de dólares em créditos ambientais desde 2015. Isso acontece porque nos EUA, regulamentações federais e estaduais estabelecem que as montadoras precisam vender uma quantidade mínima de veículos de baixa emissão ou, alternativamente, comprar créditos de empresas como a Tesla, que frequentemente possuem créditos excedentes. Esses requisitos são a principal fonte de incentivos para o setor.
Pelo menos 60% da receita líquida da Tesla no segundo trimestre de 2024 e 39% no terceiro trimestre derivou dos créditos ambientais. Outros subsídios governamentais para a venda de veículos elétricos responderam por aproximadamente 50% do lucro da Tesla no período.
Mas nem tudo são flores nessa relação. Trump ainda não deixou claro se pretende manter esses subsídios e os programas de créditos regulatórios. E as altas tarifas de importação prometidas pelo presidente eleito podem ajudar tanto quanto atrapalhar. Por um lado, as tarifas protegem a Tesla dos competidores chineses. Por outro, desorganizam a cadeia de suprimentos da empresa de tecnologia que depende de materiais da China.
Outro problema são as relações de Musk com o governo chinês e Vladimir Putin. Na SpaceX, o empresário reteve o uso do Starlink, o serviço de internet via satélite da empresa, em relação a Taiwan, mesmo para as tropas dos EUA baseadas lá. Além de sua atuação na rede social X com postagens pró-Kremlin.
Casos semelhantes podem criar turbulência na sua posição de influência no governo dos Estados Unidos do próximo ano. Mesmo assim, Elon Musk não mostra sinais de mudar seu rumo à política. Sua aposta deu certo, agora resta a hora de colher a recompensa.
*Com informações da CNBC e Reuters e Associated Press
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