O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nas primeiras entrevistas após o atentado, o agora candidato republicano à presidência disse que foi salvo “por sorte ou por Deus”
A imagem em que Donald Trump se levanta após ser atingido de raspão por um tiro durante um comício, cerra os punhos e diz "lutem" chamou atenção — nem todo mundo conseguiria agir assim após uma tentativa de assassinato. Mas fato é que ninguém duvida que o republicano irá usar o atentado para faturar de uma vez por todas as eleições de 5 de novembro nos EUA.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, por exemplo, que Trump tentará "tirar proveito" da tentativa de assassinato para impulsionar a campanha eleitoral.
De acordo com o petista, a foto do norte-americano com o braço erguido e o rosto sujo de sangue não poderia ser melhor para a campanha nem se fosse encomendada.
"Eu, sinceramente, acho que o Trump vai tentar tirar proveito disso. Aquela foto dele com braço erguido, se fosse encomendada não sairia melhor. Ele vai explorar isso. E cabe aos democratas encontrar um jeito de não permitir que isso seja a razão pela qual ele possa ter votos", disse Lula em entrevista à TV Record que vai ao ar esta noite.
"É muito difícil você não sensibilizar uma parcela da sociedade quando é agredido. É abominável qualquer tipo de violência. Não é só com o presidente Trump. É a morte de um prefeito numa cidadezinha do interior, a morte de um vereador numa cidadezinha do interior. É preciso que a gente volte a ter tolerância", acrescentou.
Trump foi alvo de um atentado no sábado (13), enquanto discursava na Pensilvânia. Logo depois do ocorrido, Lula se manifestou com uma postagem no X:
Leia Também
Em uma de suas primeiras entrevistas na esteira do atentado, Trump disse que "deveria estar morto" após a tentativa de assassinato de sábado em um comício na Pensilvânia.
O agora candidato republicano à eleições de novembro afirmou aos meios de comunicação conservadores dos EUA que sentia que tinha sido salvo “por sorte ou por Deus”.
“O mais incrível foi que eu não apenas virei [minha cabeça], mas virei no momento exato e na distância certa”, disse ele, acrescentando que a bala que atingiu sua orelha poderia facilmente tê-lo matado.
“Eu deveria estar morto, não deveria estar aqui”
Donald Trump, após escapar de atentado
Um espectador foi morto no ataque, enquanto outras duas pessoas ficaram gravemente feridas. O atirador, que também morreu, foi identificado como Thomas Matthew Crooks.
Trump descreveu o momento em que olhou para a multidão depois de perceber que havia levado um tiro.
“A energia que veio das pessoas naquele momento, elas simplesmente ficaram ali. É difícil descrever como era, mas eu sabia que o mundo estava olhando. Eu sabia que a história julgaria isso e sabia que precisava deixá-los saber que estamos bem”, disse ele ao Washington Examiner.
Falando enquanto se preparava para embarcar em um voo para a próxima Convenção Nacional Republicana (RNC) em Milwaukee, Wisconsin, onde foi confirmado como candidato do partido à presidência, Trump disse que agora tem uma "chance de unir o país".
*Com informações da BBC
No interior da China, um homem decidiu morar dentro de uma montanha ao escavá-la por completo, criando uma casa sustentável integrada à produção agrícola
Um levantamento da CBRE mostra a capital paulista no top 5 entre os maiores mercados do mundo em residências de luxo associadas a marcas
Cálculos do JP Morgan mostram que cerca de US$ 25 bilhões poderiam entrar na bolsa brasileira vindos lá de fora
Medida dos Estados Unidos barra novos vistos de imigrantes para o Brasil e outras 74 nações sob o argumento de evitar custos ao contribuinte americano
Número 1 do Brasil, João Fonseca estreia no Australian Open 2026 diante do norte-americano Eliot Spizzirri; partida acontece às 22h40, no horário de Brasília
A China domina o segmento dos minérios indispensáveis para fazer de smartphones até mísseis inteligentes, mas o Brasil ocupa o segundo lugar e pode se beneficiar com o “degelo” nas relações com os EUA
Após ameaça de tarifas de até 25% feita por Donald Trump, União Europeia avalia acionar instrumento de anticoerção econômica que pode atingir empresas e investimentos dos EUA
Relatório da Oxfam mostra que bilionários acumularam US$ 2,5 trilhões em um único ano, enquanto pobreza estagna e fome avança
Até então, o Inter operava nos EUA por meio da subsidiária Inter Payments e pela Inter US Holdings; BTG e Nubank também miraram o mercado norte-americano
Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia
Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global