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Após um encontro com o presidente argentino e a secretária geral da presidência, Karina Milei, o bilionário postou uma foto, comentando na sequência: “eu recomendo investir na Argentina”
Quem trabalha no mercado financeiro sabe que tudo que os investidores mais gostam é de uma recomendação de compra das ações de uma empresa. Imagine, então, o otimismo com um país inteiro: foi o que o bilionário Elon Musk fez com a Argentina de Javier Milei.
Não foi em um extenso relatório dissecando os principais pontos positivos e negativos do país hermano, mas em uma postagem bastante curta no X (antigo Twitter), que fez a bolsa argentina subir no pregão desta terça-feira (7).
Após um encontro com Milei e a secretária geral da presidência e irmã de Javier, Karina Milei, Musk postou uma foto, comentando na sequência: “eu recomendo investir na Argentina”.
Apesar das poucas palavras, os investidores parecem ter ouvido o bilionário dono da Tesla e do próprio X.
Por volta das 11h45, o Merval, índice da bolsa Argentina equivalente ao Ibovespa brasileiro, avançava 3,04%, aos 1.486.993 pontos, de acordo com o portal Ámbito Financeiro.
Desde o começo do ano, a bolsa argentina deu um salto de mais de 60% e, no acumulado dos 12 meses, a valorização é de 395%.
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Porém, a valorização é em pesos argentinos, o que não reflete exatamente a realidade dos negócios devido a recente maxidesvalorização da moeda.
Segundo a central de estatísticas do Banco Central da República da Argentina (BCRA), que faz a divisão do Merval por dólares (na cotação do próprio BC) para calcular a rentabilidade da bolsa argentina, a história é um pouco diferente.
Em relação aos últimos 12 meses, a rentabilidade do Merval em dólares é de 124,12% — o que não é pouco, dado que estamos falando da bolsa da segunda maior economia da América Latina.
Os sucessivos problemas fiscais do país fizeram os investidores adotarem uma postura defensiva em relação à Argentina. A partir da possibilidade — e posterior vitória — de Milei nas eleições argentinas, o Merval começou sua escalada.
O plano ultraliberal de enxugar a máquina pública e privatizar algumas estatais do país soaram como música para os ouvidos do mercado.
A chamada Ley de Bases, também chamada de Ley Ómnibus durante os debates, foi aprovada pela Câmara dos Deputados da Argentina na semana passada. O pacote ultraliberal agora precisa da aprovação dos senadores para ser aprovado.
Contudo, das mais de 600 propostas, sobraram 232 artigos, sendo 112 deles relativos a medidas fiscais. O governo precisou fazer uma série de concessões para que o texto fosse melhor recebido pelos parlamentares.
Além disso, a privatização da YPF (equivalente à Petrobras da Argentina) estava inserida na primeira versão da Ley Ómnibus, mas foi retirada em uma tentativa de fazer o plano ser aprovado com mais facilidade.
Também ficou de fora a privatização parcial do Banco Nación, uma das “joias da coroa” entre as empresas argentinas. No entanto, permaneceram nomes como Aerolíneas Argentinas e Yacimientos Carboníferos Río Turbio.
Como o texto ainda deve ser debatido entre os parlamentares, é possível que novas empresas fiquem de fora do pacote.
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