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Potências ocidentais acusam o Irã de financiar e armar os rebeldes houthis, que têm atacado navios na travessia do Mar Vermelho
As forças armadas dos EUA e do Reino Unido atacaram nos últimos dias alvos supostamente ligados a rebeldes houthis no Iêmen.
Os bombardeios realizados pelas potências ocidentais ocorrem na esteira de uma série de ataques promovidos pelo grupo armado a navios que atravessam o Mar Vermelho.
A situação levou a um aumento dos preços do frete marítimo e também da cotação do petróleo.
A Força Aérea dos EUA afirma ter bombardeado mais de 60 alvos em 16 localidades no Iêmen na quinta-feira.
Esses alvos incluem locais de lançamento de mísseis, instalações de produção e sistemas de radar, segundo o Comando Central dos EUA.
Pelo menos cinco pessoas morreram e seis ficaram feridas, ainda de acordo com os norte-americanos.
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Os houthis ignoraram alertas ocidentais para que parassem de atacar embarcações que usam a massa de água entre o Canal de Suez e o Golfo de Áden para encurtar a duração de suas viagens.
Oficialmente conhecidos como Ansar Allah (“apoiadores de Deus”, em tradução livre), os houthis são formados por milícias assim chamadas em referência ao fundador do grupo, Hussein Badr Eddin al-Houthi.
Formado no início da década de 1990, o movimento houthi busca promover o ramo zaidita da interpretação xiita do Islã.
O grupo começou a ganhar projeção internacional a partir da Primavera Árabe de 2011.
Três anos depois, os houthis tomaram o controle de Sanaa, a capital do Iêmen, e capturaram grande parte do norte do país.
A ofensiva desencadeou um conflito mais amplo com a Arábia Saudita, que disputa a influência regional com o Irã.
Os rivais locais dos houthis e as potências ocidentais acusam o Irã e o Hezbollah de proporcionarem suporte financeiro e militar ao grupo. Tanto os houthis quanto Teerã e o Hezbollah desmentem a alegação.
A Human Rights Watch acusa os houthis de terem cometido “violações generalizadas do direito humanitário internacional e danos a civis” desde a captura de Sanaa, em 2014.
Apesar de controlarem a capital, os houthis não são reconhecidos internacionalmente como o governo do Iêmen.
No entanto, eles controlam grande parte do país — isso inclui o Estreito de Bab el-Mandeb, que separa o Mar Vermelho do Golfo de Áden.
De acordo com dados do governo norte-americano, quase 15% do comércio marítimo global passa pelo Mar Vermelho. Isso inclui 12% do petróleo comercializado por via marítima e 8% do comércio mundial de gás natural liquefeito.

Apesar dos alertas ocidentais, os houthis prometem manter os ataques contra navios no Mar Vermelho.
Depois dos bombardeios de EUA e Reino Unido, o grupo afirmou que os dois países “pagarão caro” pelos ataques.
Os ataques dos houthis a navios que atravessam o Mar Vermelho começaram no fim de 2023.
Eles qualificam suas ações como uma resposta à ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza na esteira dos atentados perpetrados pelo grupo islâmico Hamas em 7 de outubro.
Diante dos ataques, as empresas de frete marítimo têm optado por rotas mais longas e dispendiosas.
“Isso deve levar a um período prolongado de demora nas entregas e taxas de frete mais altas, disse Peter Sands, analista-chefe da Xeneta, uma plataforma de referência de taxas de frete aéreo e marítimo.
*Com informações da CNBC.
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