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O presidente francês voltou a falar em envio de tropas da Otan para guerra na Ucrânia depois de o chefe do Kremlin mencionar a capacidade nuclear russa

Emmanuel Macron pega o baralho e tenta fazer maço. O presidente francês não disfarça um sorriso ao ver que saiu com um 3, o pica-fumo e a espadilha. Olha nos olhos de seu adversário, o russo Vladimir Putin, e truca.
“A Otan vai mandar tropas para a Ucrânia”, ameaça o francês enquanto seu poodle solta latidos estridentes.
Sem esboçar nenhuma emoção, no lado oposto de uma mesa onde cervejas e amendoins foram convenientemente substituídos por queijo rocquefort, canapés com caviar e champanhe, Putin pede seis.
“A Rússia está pronta para a guerra nuclear”, avisa o russo enquanto acaricia seu urso polar.
“Será que ele tem casal maior?”, rumina mentalmente o francês antes de gritar: “Nove, mané!”
Se as recentes farpas entre Macron e Putin fossem levadas a uma mesa de truco, a rodada em andamento provavelmente teria essa sequência.
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“Não podemos excluir nenhuma opção”, declarou o presidente francês em entrevista levada ao ar nesta sexta-feira pelas emissoras TF1 e France 2.
Esta não é a primeira vez que Macron fala em arrastar seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) para dentro do teatro de guerra na Ucrânia.
Na primeira vez, Putin reagiu com escárnio e só refrescou a memória do francês quanto ao imenso arsenal nuclear russo.
Já os aliados de Macron tiraram o corpo fora.
“Isso é estabelecer linhas vermelhas para nós mesmos”, queixou-se ele na nova entrevista.
“Se decidimos demonstrar fraqueza diante de quem não tem limite, que cruza todos os limites, estamos simplesmente dizendo: ‘não vou além disso ou daquilo’. Nessa hora não estamos decidindo pela paz, estamos escolhendo a derrota”, prosseguiu Macron.
As declarações têm como pano de fundo uma reunião de cúpula com o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk.
A Alemanha é contra a possibilidade de a Otan enviar tropas para a guerra na Ucrânia.
À primeira vista, o tom desafiador de Macron tem mais relação com a ambição francesa de contestar a proeminência política da Alemanha na Europa.
A aposta dobrada de Macron tende a não passar de bravata — se Putin não pedir 12.
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