O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O mais recente impulso para o recorde foi a venda de ações secundárias realizada pela SpaceX, o que fez a fortuna de Musk aumentar em cerca de US$ 50 bilhões
Nem só de embates com o ministro Alexandre de Moraes vive Elon Musk em 2024. Na reta final do ano, o bilionário dono do X e da Tesla conquistou um feito histórico: tornou-se a primeira pessoa a atingir US$ 400 bilhões (R$ 2,4 trilhões) em patrimônio líquido, o mais recente marco para a pessoa mais rica do mundo, de acordo com informações da Bloomberg.
O impulso na fortuna de Elon Musk foi a nova compra de ações realizada pela SpaceX, o que resultou em um aumento de cerca de US$ 50 bilhões em sua riqueza e elevou seu patrimônio para US$ 439,2 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index.
Nesta quarta-feira (11), a ação Tesla fechou em alta de 5,93%, a US$ 424,77, elevando o preço dos papéis da montadora de elétricos acima da máxima anterior alcançada em 2021.
Além disso, a SpaceX acertou nesta semana a compra de US$ 1,25 bilhão em ações de seus funcionários, o que levou a uma avaliação da empresa espacial em aproximadamente US$ 350 bilhões. Com isso, a SpaceX se tornou a startup privada mais valiosa do mundo.
O recorde no patrimônio pessoal do bilionário, no entanto, poderia ter sido atingido antes, não fosse por uma juíza de Delaware, nos EUA, anular pela segunda vez o pacote de remuneração do Tesla de 2018, atualmente avaliado em mais de US$ 100 bilhões.
A Tesla informou que apelará da decisão, descrita por Musk como "corrupção absoluta".
Leia Também
O marco na fortuna de Musk representa uma reviravolta significativa desde o final de 2022, quando o patrimônio do bilionário chegou a cair mais de US$ 200 bilhões.
No entanto, sua riqueza foi fortemente impulsionada após a vitória de Donald Trump nas eleições, com Musk sendo um de seus principais doadores e defensores políticos.
Após o republicano ser eleito novamente para a presidência dos Estados Unidos, a Tesla, montadora de carros elétricos de Musk, chegou a ultrapassar a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado, depois que as ações saltaram fortemente na bolsa de Nova York.
As ações da Tesla subiram cerca de 65% em 2024, impulsionadas pelas expectativas de que Trump agilizará a implementação de carros autônomos e eliminará os créditos fiscais para veículos elétricos que beneficiam os concorrentes da Tesla.
Chamado de “gênio” por Donald Trump no discurso em que reivindicou a vitória nas eleições presidenciais norte-americanas e cotado para fazer parte da "Comissão de Eficiência do Governo", Musk apostou pesado na vitória do republicano e contribuiu com mais de US$ 130 milhões (R$ 744 milhões) para ajudá-lo a vencer a eleição.
Além disso, a startup de inteligência artificial xAI, que também pertence ao bilionário, arrecadou US$ 6 bilhões no início deste mês, sendo avaliada em cerca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 298 bilhões), o dobro do valor da avaliação feita seis meses antes.
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano