O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Uma das maiores economistas do Fundo esteve na Argentina, onde conversou com o presidente Javier Milei e diversos membros do governo, incluindo o ministro da Economia, Luis Caputo; veja o que ela propôs
Muita gente pode achar que a Argentina precisa de um milagre para se reerguer. De fato, a tarefa do governo de Javier Milei de colocar a economia dos hermanos de pé não é fácil — e provavelmente demande de várias gestões para que a estabilidade finalmente chegue ao país vizinho.
Para se ter uma ideia do tamanho do problema que Milei tem nas mãos, a Argentina viu a inflação acelerar 20,6% em janeiro na comparação com dezembro e disparar 254,2% em base anual, de acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).
Embora a taxa represente uma desaceleração na comparação mensal, ainda é um percentual que contrasta com o resto do planeta.
A Argentina fechou 2023 com a inflação mais alta do mundo, a 211,4%, seguida pela Venezuela (193%), Líbano (192,26%) e Turquia (64,8%).
Os hermanos também alcançaram outro recorde duro de engolir: a taxa de pobreza da Argentina atingiu 57,4% — a máxima em 20 anos, segundo o Observatório da Dívida Social do país, da Pontifícia Universidade Católica Argentina (UCA).
De olho nesse cenário e como um dos maiores credores da Argentina, o Fundo Monetário Internacional (FMI) deu nesta sexta-feira (23) a receita para a Argentina colocar a casa em ordem.
Leia Também
Segundo o FMI, a Argentina precisará de política monetária e cambial "consistente e bem comunicada" como parte dos esforços para restaurar a estabilidade macroeconômica.
Na visão da primeira vice-diretora-gerente do Fundo, Gita Gopinath, essas políticas serão necessárias para "para continuar a reduzir a inflação de forma duradoura, recompor as reservas e fortalecer a credibilidade" do país.
Gopinath reforçou o reconhecimento dos esforços do governo para "estabilizar a economia por meio de uma forte âncora fiscal" e afirmou que "as ações iniciais estão começando a dar frutos, mas o caminho adiante segue desafiador".
Ela defendeu que é essencial para o governo argentino trabalhar "pragmaticamente na construção de apoio social e político para garantir a durabilidade e efetividade das reformas", ao mesmo tempo em que mantém assistência para segmentos vulneráveis da população.
Os comentários de Gopinath ocorrem após uma visita da autoridade à Argentina, onde conversou com o presidente Javier Milei e diversos membros do governo, incluindo o ministro da Economia, Luis Caputo.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região