O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O anúncio foi feito na apresentação internacional de resultados da Blooming Brands, que manterá uma participação de 33% na marca
Seis meses após dar início ao processo de saída do Brasil, os donos da rede de restaurantes Outback foram puxados pelo braço para ficar pela Vinci Partners — mas não sem uma proposta saborosa. A gestora comprou 67% da participação brasileira da Blooming Brands por R$ 1,4 bilhão.
O anúncio foi feito na apresentação internacional de resultados da Blooming Brands, que manterá uma participação relevante de 33% na marca. “Isso reflete um valor total da empresa de R$ 2,06 bilhões ou 6,5 vezes o Ebitda dos últimos doze meses, líquido de royalties”, afirma o comunicado.
Assim, a compra será feita com o pagamento em duas parcelas: 52% no dia de fechamento dos negócios e 48% no primeiro aniversário dessa data. “Temos a opção de vender nossa participação restante em 2028”, escreve a Blooming Brands.
A Vinci foi assessorada pelo Itaú BBA e Tauil Chequer Mayer Brown, enquanto o Bank of America e Lefosse assessoraram a Bloomin Brands. Dessa forma, a Vinci passa a deter 174 restaurantes Outback, 17 da rede de comida italiana Abbraccio e dois Aussie.
“Estamos muito entusiasmados com a sociedade que estamos construindo com a Bloomin Brands, especialmente pelo fato de que o Outback é uma marca icônica que faz parte da vida dos brasileiros há quase três décadas, com uma proposta de valor e atendimento ao cliente que dificilmente encontramos em outras operações no Brasil”, disse Carlos Eduardo Martins, co-chefe de private equity da Vinci.
O Outback está presente no Brasil desde 1997, quando Peter Rodenbeck inaugurou o primeiro restaurante no Rio de Janeiro.
Leia Também
Mas desde 2021, quando a franquia chegou a apresentar queda nas vendas em 5,1% no Brasil, a rede vive um processo de recuperação. No entanto, o ritmo ainda parece estar lento.
Em 2023, a Bloomin’ Brands chegou a sondar a companhia RBI, dona do Burger King e Popeyes no cenário internacional, mas as conversas não avançaram, segundo informações do Valor Econômico.
Fundada por ex-sócios do Pactual (atual BTG Pactual, a Vinci possui ações listadas na Nasdaq, com o código VINP.
Em outubro deste ano, a Vinci anunciou o fechamento da fusão com a Compass, uma das principais gestoras independentes de ativos da América Latina, o que levou o total de ativos sob gestão da brasileira para US$ 52 bilhões (cerca de R$ 299,52 bilhões).
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino