O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O lucro líquido consolidado da Vamos subiu 8,2% no primeiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 183 milhões
A Vamos (VAMO3) colocou o “pé na estrada” da B3 nesta terça-feira (7). As ações da empresa de aluguel de máquinas e caminhões dispararam no pregão, impulsionadas pelo otimismo dos investidores com o balanço do primeiro trimestre de 2024.
Na avaliação do BTG Pactual, a empresa do grupo Simpar registrou resultados melhores do que o esperado no primeiro trimestre, reflexo do desempenho do segmento de locação e melhores margens das concessionárias.
Para o banco, após um ano difícil, a ação da Vamos (VAMO3) está barata e é hora de colocar na carteira. Os analistas fixaram o preço-alvo de R$ 20 para os próximos 12 meses — um potencial de valorização de 174% em relação ao último fechamento.
Os papéis subiram 12,91% na bolsa brasileira, negociados a R$ 8,22. No ano, as ações acumulam desvalorização de 18,4%. A empresa vale hoje pouco mais de R$ 9 bilhões na B3.
O lucro líquido consolidado da Vamos (VAMO3) subiu 8,2% no primeiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior, para R$ 183 milhões.
Já a receita líquida consolidada teve leve aumento de 2,6% na base anual, encerrando os três primeiros meses do ano em R$ 1,726 bilhão.
Leia Também
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), indicador usado pelo mercado para mensurar a geração de caixa, subiu 24,4% frente ao primeiro trimestre do ano passado, a R$ 819,8 milhões.
Enquanto isso, a alavancagem, mensurada pela relação dívida líquida sobre Ebitda, subiu para 3,44 vezes.
Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o capital investido (ROIC) dos últimos 12 meses chegou a 16,8% no primeiro trimestre de 2024. Já o ROIC spread — diferença entre o retorno sobre o capital investido e o custo da dívida — ficou em 8,1 pontos percentuais, ajudado pelo segmento de locação.
Na visão do BTG Pactual, o segmento de aluguel de caminhões, máquinas e equipamentos da Vamos (VAMO3) teve um bom desempenho no primeiro trimestre, enquanto o negócio de concessionária mostrou uma melhora mais gradativa.
A divisão de aluguéis registrou recorde nos volumes de ativos implantados e de demanda de ativos para novos contratos realizados.
A receita líquida de locação avançou 21,6% no comparativo ano a ano, para R$ 979,3 milhões no 1T24, impulsionada pela expansão da frota e melhores rendimentos anuais.
Do lado das receitas futuras de locação, o backlog implantado da Vamos (VAMO3) atingiu R$ 14 bilhões.
Já no segmento de venda de ativos seminovos, a receita líquida subiu 50% em relação ao mesmo período do ano anterior, a R$ 670,8 milhões no 1T24.
Para o BTG Pactual, a melhora da divisão é resultado de melhores vendas de caminhões e equipamentos pesados e uma recuperação gradual do agronegócio — que teve uma participação de 28% na receita líquida total da Vamos.
“Os resultados do primeiro trimestre já refletiram um melhor impulso”, afirmaram os analistas. “Esperamos que esta tendência persista ao longo do ano fiscal de 2024.”
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players