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As autoridades do país já tinham sinalizado que não autorizariam a compra em maio deste ano; decisão é mantida
Parece que não vai ser dessa vez que a Minerva (BEEF3) vai conseguir incorporar os ativos da Marfrig (MRFG3) ao portfólio. Pelo menos, não em terras uruguaias.
A empresa anunciou hoje (18) que o Ministério de Economia e Finanças do Uruguai manteve a decisão de barrar a Minerva de adquirir três estabelecimentos industriais da Marfrig localizados no país.
Em maio, a Comisión de Promoción y Defensa de la Competencia (Coprodec), autoridade concorrencial que equivale ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) brasileiro, já tinha sinalizado que não autorizaria a compra.
Segundo comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Minerva irá analisar os termos da decisão e avaliar possíveis medidas legais cabíveis para recorrer.
Em agosto de 2023, as duas empresas de frigoríficos anunciaram um negócio bilionário: a Minerva assinou um contrato para a compra de ativos da Marfrig na América do Sul por R$ 7,5 bilhões.
O acordo envolvia plantas de abate bovino de propriedade da Marfrig no Brasil, na Argentina e no Chile.
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Além disso, uma subsidiária da Minerva, a Athn Foods, iria comprar participações societárias em controladas uruguaias da companhia, no valor de R$ 675 milhões.Estas foram as aquisições “barradas” pelas autoridades do país.
Tal veto, no entanto, não afeta o restante da transação nos demais países.
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
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