O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na última semana, a companhia anunciou mais de R$ 500 milhões em vendas de participações em shoppings espalhados pelo País
Quando Aliansce Sonae e brMalls se fundiram, o negócio de R$ 6,6 bilhões formou um grupo com 62 shoppings em 40 municípios brasileiros, mas a ideia era que a Allos (ALOS3) — a empresa fruto dessa união — só ficasse com o crème de la crème dos ativos combinados.
Por isso não é de se estranhar a recorrência das notícias de desinvestimentos da companhia, que começou a se desfazer de algumas participações a partir da divulgação de um plano em maio deste ano.
Nesta terça-feira (12), a Allos anunciou a venda dos 50% que detém no Rio Anil Shopping por R$ 186,2 milhões, valor que deve ser recebido pelo grupo em duas etapas:
Na semana passada, a Allos havia anunciado o desinvestimento parcial de 20% do Carioca Shopping, 10% do Shopping Tijuca e 9,9% do Plaza Sul Shopping.
A transação está avaliada em R$ 393 milhões, valor que também será recebido pelo grupo em duas parcelas: R$ 230 milhões na data de conclusão da transação e R$ 163 milhões a prazo, em até dois anos, corrigidos pelo IPCA e pelo CDI no segundo ano.
Além de ficar apenas com o crème de la crème dos ativos resultantes da fusão, o desinvestimento da Allos tem outro motivo: reduzir o nível de alavancagem, que subiu depois da união dos negócios da Aliansce e da brMalls.
Leia Também
Em entrevista ao Seu Dinheiro no ano passado, o CEO da Allos, Rafael Sales, explicou a estratégia da companhia por trás dos desinvestimentos em alguns shoppings.
“Acabamos de fazer um grande investimento na fusão com a brMalls, e o balanço da empresa se alavancou”, disse Sales na ocasião.
E parece que o plano de reduzir a alavancagem vem dando resultado. No segundo trimestre de 2024, a Allos reduziu o custo da dívida (com novas emissões) e a alavancagem — a dívida líquida terminou o período em 1,5 vez o Ebitda. O indicador também foi arrefecido pela entrada dos recursos com a venda de participações em shoppings.
A Allos divulga os resultados do terceiro trimestre nesta quarta-feira (13), após o fechamento do mercado.
Em reunião com analistas, CEO diz que transição foi planejada e que modelo atual veio para ficar; veja o que esperar do bancão agora
Liminar judicial dá 60 dias de fôlego à antiga Alliar, enquanto empresa tenta negociar dívidas e evitar um desfecho mais duro
A ação, no entanto, está em queda, com o arrefecimento da guerra no Oriente Médio, após o anúncio de Donald Trump, e a queda do petróleo tipo brent
Presidente da Amazon Brasil defende que a parceria une a tecnologia da plataforma norte-americana com o portfólio e a tradição da Casas Bahia
A CSN pretende utilizar os recursos do empréstimo para refinanciar dívidas existentes no curto e médio prazo; venda da CSN Cimentos foi dada como garantia
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente