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A companhia de logística afirmou que um potencial follow-on não está no radar; combinação de negócios com a Move3 foi anunciada em 2 de janeiro
A primeira semana foi agitada para a Sequoia (SEQL3), com anúncio de novas medidas no processo de reestruturação da companhia, como a potencial fusão com a Move3.
Mas, negando rumores, a empresa veio a público na última sexta-feira (5) e afirmou que, até o momento, não está em curso uma eventual realização de oferta pública. Também “não há qualquer análise em andamento”.
Ontem (5), a Broadcast informou que a companhia de logística estaria preparando uma oferta subsequente de ações (follow-on) entre R$ 100 milhões e R$ 150 milhões para financiar a fusão com a Move3.
Na última terça-feira (2), a Sequoia informou a potencial fusão com a Move3, que acontece em meio a uma ampla reestruturação da empresa de logística. A notícia agradou os investidores e as ações avançaram 44,74% na primeira semana do ano na B3.
A combinação de negócios, segundo a companhia de logística, cria um dos líderes privados no segmento de encomendas expressas e soluções logísticas.
Isso porque, enquanto a empresa opera principalmente na área de entregas de compras em sites de comércio eletrônico, a Move3 tem os bancos como principais clientes.
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Fundado em 1993, o Grupo Move3 possui 520 unidades franqueadas e emprega mais de 2 mil colaboradores, responsáveis por mais de 100 milhões de entregas por ano.
As empresas assinaram um memorando vinculante para avaliar e discutir a estrutura da potencial combinação de negócios. Por fim, cabe ponderar que a operação precisa de aprovação do Cade, o órgão de defesa da concorrência.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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