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Os títulos têm opção de recompra a partir de 2029, sujeita à autorização prévia do Banco Central
O Santander Brasil (SANB11) anunciou na noite desta quinta-feira (05) a emissão de mais de R$ 7,6 bilhões em letras financeiras subordinadas perpétuas em ofertas privadas junto a investidores.
Os títulos têm opção de recompra a partir de 2029, sujeita à autorização prévia do Banco Central.
Segundo comunicado enviado à CVM, a emissão vai contribuir para o reforço de capital nível 1 do patrimônio de referência (PR) da empresa, com impacto no seu índice de capitalização Nível 1.
O Santander não foi o único entre os grandes bancos brasileiros a fazer uma emissão bilionária.
No final do mês passado, o Itaú Unibanco (ITUB4) emitiu de R$ 3,1 bilhões em letras financeiras subordinadas Nível 2 em negociações privadas com investidores profissionais.
Os títulos de dívida têm vencimento de longo prazo, previsto para 2034, com opção de recompra a partir de 2029 sujeita à autorização do Banco Central.
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De acordo com o banco, as letras financeiras vão contribuir para o reforço do capital nível 2 — formado por instrumentos de dívida — do patrimônio de referência da empresa, com impacto estimado de 0,24 ponto percentual (p.p) no índice de capitalização.
A emissão de letras financeiras aconteceu em meio às expectativas dos investidores sobre a distribuição de dividendos extraordinários do Itaú Unibanco (ITUB4) em 2024.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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