O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo os analistas, esse papel é uma boa pedida para blindar o portfólio do sobe e desce da bolsa — e ainda está fora do radar de boa parte do mercado
Os investidores tiveram um início de ano difícil na bolsa brasileira. Em meio à intensa volatilidade do Ibovespa, grandes resgates de fundos e a fuga dos gringos da B3, a aversão ao risco tomou lugar e penalizou as ações domésticas.
Mas, para o BTG Pactual, existe um papel que paga bons dividendos, está barato e ainda oferece proteção à carteira de investimentos: o Fleury (FLRY3).
Segundo os analistas, as ações são uma boa pedida para blindar o portfólio do sobe e desce da bolsa — e estão fora do radar de boa parte do mercado. Ou seja, para quem prefere se prevenir do que remediar, é hora de abocanhar FLRY3 na bolsa.
Pela primeira vez em cinco anos, o banco elevou a recomendação dos papéis para “compra”. Os analistas fixaram um preço-alvo de R$ 18 para os próximos 12 meses, implicando em uma valorização potencial de 25% em relação ao último fechamento.
Entretanto, o BTG destaca a possibilidade de as ações FLRY3 subirem mais do que o projetado no longo prazo, com ajuda de potenciais movimentos de crescimento inorgânico, como fusões e aquisições de alvos menores.
Os papéis operam em alta no pregão desta quinta-feira (27). Por volta das 12h27, a empresa de diagnósticos subia 2,57% na B3, negociada a R$ 14,77.
Leia Também
Segundo o BTG Pactual, após a liquidação deste ano, que chegou a um recuo de 17% desde janeiro, a ação FLRY3 agora possui um valuation atraente.
Os analistas avaliam o papel sendo negociado a um múltiplo de 11 vezes a relação preço sobre lucro (P/E) de 2024 e de 10 vezes o P/E do ano que vem.
Além disso, o banco acredita que o Fleury (FLRY3) conseguiu escapar dos ventos contrários que atingiram outras ações na bolsa brasileira neste ano — especialmente devido ao seu “modelo de negócios de diagnóstico resiliente, previsível e amplamente estável”.
Para o banco, o negócio da companhia oferece um crescimento orgânico médio de “mid-to-high single digits” — isto é, próximo dos dois dígitos de expansão — e baixa alavancagem, de aproximadamente 1,2 vez a relação dívida líquida sobre Ebitda.
Além disso, a empresa se encontra em um momento de sólidos lucros e deve ser beneficiada pelas sinergias com o Pardini, com perspectiva de 53% de alta no lucro por ação do segundo trimestre na base anual.
A companhia também é uma forte geradora de fluxo de caixa livre (FCF), segundo os analistas, e deve entregar rendimentos de 8,5% em 2024 e de 11% em 2025.
A visão mais otimista do BTG Pactual para a ação do Fleury (FLRY3) ainda está apoiada por um rendimento de dividendos (dividend yield) atraente, com a perspectiva de 7,4% em 2024 e 8,8% em 2025).
Para os analistas, a “fraca execução” da concorrência também beneficia o Fleury (FLRY3).
Apesar da participação já elevada de mercado, a companhia conseguiu ganhar share em seu negócio principal de diagnósticos nos últimos anos, além de aumentar a exposição a novos segmentos.
“Acreditamos que essas tendências vieram para ficar”, afirmou o banco, em relatório.
“A execução melhor que a dos pares da Fleury deve continuar a impulsionar ganhos de participação de mercado e diversificação de receita. Além disso, as sinergias relacionadas à fusão com a Pardini ainda não foram totalmente capturadas.”
Na avaliação dos analistas, a companhia deve experimentar outra rodada de expansão de margens no segundo trimestre de 2024, impulsionada pelas sinergias e potenciais ganhos de escala em novos negócios.
“Em poucas palavras, o Fleury parece uma excelente jogada defensiva para incluir em portfólios durante mercados em baixa”, disse o banco.
Porém, na área da saúde, os analistas ainda aconselham os investidores a manter uma exposição maior à Hapvida (HAPV3).
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda
Mesmo após melhorar as projeções para a Telefônica Brasil, banco diz que o preço da ação já reflete boa parte do cenário positivo e revela uma alternativa mais atraente
A Ipiranga não é apenas mais uma peça no portfólio da Ultrapar; é, de longe, o ativo que mais sustenta a geração de caixa do conglomerado.
O desafio de recolocar os negócios no prumo é ainda maior diante do desaquecimento do mercado de materiais de construção e dos juros altos, que elevaram bastante as despesas com empréstimos
Com foco em desalavancagem e novos projetos, as gigantes do setor lideram a preferência dos especialistas
Estatal vai pagar R$ 8,1 bilhões aos acionistas e sinalizou que pode distribuir ainda mais dinheiro se o caixa continuar cheio
Operação encerra anos de tentativas de venda da participação da Novonor e abre caminho para nova fase de gestão e reestruturação das dívidas da companhia
Enquanto os papéis da petroleira disparam no pregão, a mineradora e os bancos perderam juntos R$ 131,4 bilhões em uma semana
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros