🔴 +30 RECOMENDAÇÕES DE ONDE INVESTIR EM DEZEMBRO – VEJA AQUI

Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

ANO DA RECUPERAÇÃO?

Você pode reclamar do plano de saúde mais caro ou lucrar com isso; estas ações na B3 podem se beneficiar dos reajustes de preços

Na visão de analistas, esse ano será marcado pela recuperação de resultados e margens do setor, mas uma ação é a favorita para surfar essa retomada; confira

Camille Lima
Camille Lima
2 de fevereiro de 2024
6:23 - atualizado às 8:57
Empresas de saúde | Qualicorp, Rede D'Or, SulAmérica
Setor de saúde vive intensa consolidação nos últimos anos, puxada por Hapvida e Rede D'Or - Imagem: Shutterstock

Reajustes de preços comumente são seguidos por reclamações — afinal, ninguém gosta de pagar mais caro por algo que já consome. Mas, no caso do aumento dos valores dos planos de saúde, é justamente essa medida que pode ajudar a salvar as ações do setor na bolsa em 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segmento de saúde foi um dos setores afetados na B3 ao longo dos últimos três anos devido ao aumento da sinistralidade. O termo parece assustador, mas não significa nada além de uma maior utilização dos planos de saúde por parte dos beneficiários.

Na visão de analistas, porém, 2024 será um ano de recuperação de resultados e margens. Entre hospitais, laboratórios e planos de saúde, existem hoje dez empresas com ações listadas na B3. Mas uma delas apareceu como a favorita dos analistas com quem eu conversei.

Acompanhe esta reportagem para entender o que mexe com o setor de saúde na bolsa — e, claro, a companhia que deve ser destaque na bolsa, de acordo com os especialistas.

O que aconteceu com o setor de saúde — e o que esperar para 2024

Pode até parecer contraintuitivo, mas enquanto a pandemia do coronavírus estava no auge, o número de pacientes em hospitais desabou. Na realidade, foi só no fim da crise sanitária da covid-19 que as pessoas realmente voltaram a ir aos prontos-socorros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A redução da taxa de utilização de hospitais em 2020 permitiu com que os planos ficassem mais competitivos e entrassem em uma guerra de preços em 2021 e 2022.

Leia Também

Acontece que isso logo virou o cenário perfeito para problemas. Com o fim da pandemia, as pessoas voltaram a fazer os procedimentos que haviam adiado e a sinistralidade chegou às alturas: na época, muitas operadoras chegaram a superar a marca de 100% — neste indicador, também conhecido na sigla em inglês MRL, quanto maior o percentual, pior.

“As empresas entraram no ano de 2023 com uma margem muito pressionada”, ressalta Rafael Passos, da XP Investimentos.

O desafio das empresas de saúde, portanto, foi recompor os valores das mensalidades dos planos sem desagradar demais os usuários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De fato, no ano passado, o setor começou a dar sinais de recuperação e melhora na rentabilidade, com novos reajustes positivos — de mais de 20% — nos preços de planos de saúde e aumento do ticket médio das operadoras.

“As operadoras preferiram deixar de brigar por preço e tentar buscar rentabilidade”, afirma Fernando Ferrer, analista da Empiricus. Nesse sentido, os reajustes do início deste ano foram um bom sinal — pelo menos para o mercado. Ao mesmo tempo, a expectativa é de uma menor pressão do lado dos custos.

Vem aí mais reajustes nos planos — e isso é bom para os acionistas

Na visão do Bank of America (BofA), o setor de saúde deve apresentar menor taxa de sinistralidade médica (MLR) no comparativo em 2024 após os aumentos recentes nas mensalidades. 

Segundo os analistas, a taxa de sinistralidade médica do setor permanece elevada em 87%, contra uma média histórica de 82%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, o banco prevê outro ciclo de aumentos agressivos de preços de planos de saúde em 2024, com reajustes superiores a 15%. 

“Esperamos uma melhoria significativa da sinistralidade principalmente no segundo semestre, o que deverá levar a uma melhoria no ciclo de capital de giro do setor (hospitais, laboratórios e distribuidoras).”

Para o Santander, a rentabilidade deve continuar como o foco principal das empresas, apoiando um ambiente competitivo mais racional. 

Já para a Genial Investimentos, as companhias de saúde devem consolidar a recuperação em 2024 e levar as margens financeiras de volta a um patamar saudável. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hapvida (HAPV3): Hora de brilhar?

Na visão dos analistas do Bank of America, as taxas de juros mais baixas devem ajudar nos resultados financeiros das empresas de saúde, especialmente no caso das companhias mais alavancadas, como Hapvida (HAPV3), Oncoclínicas (ONCO3), Dasa (DASA3) e Rede D’Or (RDOR3).

O BofA fixou um preço-alvo de R$ 6,50 para HAPV3 nos próximos 12 meses, implicando em um potencial de alta de 68,4%.

Para os analistas, a Hapvida deve atingir o nível histórico de 68% na MLR no segundo semestre de 2024, considerando os reajustes de preços de planos de saúde e a maior eficiência com a integração dos sistemas da NotreDame Intermédica.

“A retomada do crescimento orgânico no 2S24 deverá ser um dos pilares para fortalecer a tese de crescimento da companhia, reflexo de um alívio no reajuste dos preços dos planos de saúde”, afirmam os analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nas contas do BofA, a melhoria operacional da Hapvida deve impulsionar a geração de caixa neste ano e ajudar a reduzir a alavancagem da companhia, atualmente em um múltiplo de 1,6 vez a relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

A Empiricus também elenca as ações da Hapvida como uma das principais apostas no setor de saúde — especialmente devido à verticalização da empresa e à potencial entrega de sinergias operacionais com a NotreDame Intermédica após a fusão.

“Grande parte da operação dela é própria, o que aumenta o controle de custo. Além disso, a Hapvida tem conseguido repassar os preços e reduzir a sinistralidade. A empresa ainda possui um preço muito competitivo, então acaba sendo a porta de entrada para muitos beneficiários que não querem ficar no SUS”, avalia o analista Fernando Ferrer.

O Santander prevê que a Hapvida pode ganhar participação de mercado em um mercado fraco, proporcionando uma base de associados estável em 2024. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

PODCAST TOUROS E URSOS - O ano das guerras, Trump rumo à Casa Branca e China mais fraca: o impacto nos mercados

Os riscos da Hapvida (HAPV3)

Já a Genial possui uma visão mais conservadora para os papéis, com recomendação de “manter” para HAPV3 e preferência pela SulAmérica — atualmente sob o guarda-chuva da Rede D’Or (RDOR3) — no segmento de operadoras de planos de saúde.

“A gente ainda está com um pé atrás na Hapvida em relação a rentabilidade e crescimento, porque eles sempre giraram muito a carteira de beneficiários, o que acabou exponenciando o crescimento das suas receitas. Então, com a diminuição disso, fica mais difícil rentabilizar os negócios”, afirma Guilherme Vianna, analista de ações da Genial.

O número de beneficiários da Hapvida ainda levanta preocupações entre analistas. Isso porque uma curva de crescimento orgânico dos beneficiários mais lenta do que o esperado pode provocar um avanço menor das receitas.

Além disso, o analista da Genial ressalta os riscos causados pela investigação da companhia pelo Ministério Público do Estado de São Paulo por descumprir decisões judiciais favoráveis aos beneficiários do plano de saúde, dificultando o acesso a tratamentos de doenças, principalmente graves, como casos de câncer. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O mercado de saúde funciona com base em reputação, e existe um risco reputacional grande entre os beneficiários da Hapvida caso essas acusações sejam confirmadas”, diz Vianna. “Não sabemos como essa ação vai andar e não temos ideia em relação ao risco financeiro desse processo.”

De fato, as ações da Hapvida iniciaram o ano no vermelho e ampliaram a queda para 9% em 2024 após a notícia sobre o suposto descumprimento de liminares. 

Outras apostas para o setor de saúde neste ano

Os analistas do Bank of America destacam a preferência pelas ações da Oncoclínicas (ONCO3) no setor de saúde, com preço-alvo de R$ 16 (valorização potencial de 39,9%), e Fleury (FLRY3), com target de R$ 21 por papel (alta potencial de 29,7%).

“As duas empresas com maior potencial de crescimento em nossa cobertura são ONCO3 e HAPV3. No entanto, reconhecemos que ambos os nomes apresentam riscos operacionais pela frente. Ajustado ao risco, também gostamos do Fleury.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E por falar em Oncoclínicas (ONCO3) e Fleury (FLRY3), essas são as duas maiores apostas da XP Investimentos para este ano.

No caso do ecossistema de oncologia, a XP acredita que a empresa está “um pouco mais protegida desse momento mais turbulento do setor”.

“A gente tem uma boa perspectiva de valorização para as ações da Oncoclínicas e acha que a empresa tem todas as pecinhas no lugar para entregar um bom ano e trazer retorno para os investidores.”

Entre os laboratórios, os analistas do BofA avaliam que o Fleury “vem demonstrando consistência de resultados no último ano com expansão de volumes e margens” e irá começar a colher as sinergias da fusão com a Hermes Pardini.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O analista da Genial tem visão semelhante e projeta que o Fleury ainda se beneficie no longo prazo do que chama de “desospitalização” no Brasil.

“A tese vê a criação de um ecossistema integrado de saúde com diferentes especialidades de medicina. Com isso, o beneficiário pode estar dentro sempre dessa roda do Fleury.”

Os riscos para o setor de saúde

Apesar da visão positiva dos analistas para o segmento de saúde em 2024, ainda existem riscos — não só do setor, como também macroeconômicos. 

Entre eles, estão uma possível piora dos níveis de desemprego neste ano, além de um ciclo de cortes da taxa básica de juros (Selic) mais lento do que o esperado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, muitas companhias do setor de saúde estão endividadas — e dependem de um alívio nos juros para facilitar o processo de desalavancagem.

Na visão do BofA, as discussões sobre a nova regulamentação são o principal obstáculo setorial para as empresas de saúde para 2024. 

Além disso, os analistas ressaltam a retomada de uma concorrência de preços mais agressiva por parte das operadoras. 

“Algumas operadoras podem querer retornar ao crescimento orgânico e iniciar uma nova guerra de preços, enfraquecendo mais uma vez as margens do setor.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O banco ainda destaca a redução da necessidade de novos leitos, o que limita o potencial de expansão orgânica de players hospitalares.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GRANA NO BOLSO

Dividendos e JCP: Ambev (ABEV3) anuncia distribuição farta aos acionistas; Banrisul (BRSR6) também paga proventos

9 de dezembro de 2025 - 20:28

Confira quem tem direito a receber os dividendos e JCP anunciados pela empresa de bebidas e pelo banco, e veja também os prazos de pagamento

PIOR QUE A ENCOMENDA

Correios não devem receber R$ 6 bilhões do Tesouro, diz Haddad; ajuda depende de plano de reestruturação

9 de dezembro de 2025 - 18:51

O governo avalia alternativas para reforçar o caixa dos Correios, incluindo a possibilidade de combinar um aporte com um empréstimo, que pode ser liberado ainda este ano

INCERTEZAS

Rede de supermercados Dia, em recuperação judicial, tem R$ 143,3 milhões a receber do Letsbank, do Banco Master

9 de dezembro de 2025 - 16:03

Com liquidação do Master, há dúvidas sobre os pagamentos, comprometendo o equilíbrio da rede de supermercados, que opera queimando caixa e é controlada por um fundo de Nelson Tanure

SOB PRESSÃO

Nubank avalia aquisição de banco para manter o nome “bank” — e ainda pode destravar vantagens fiscais com isso

9 de dezembro de 2025 - 15:11

A fintech de David Vélez analisa dois caminhos para a licença bancária no Brasil; entenda o que está em discussão

VOO AOS STATES

Abra Group, dona da Gol (GOLL54) e Avianca, dá mais um passo em direção ao IPO nos EUA e saída da B3; entenda

9 de dezembro de 2025 - 13:42

Esse é o primeiro passo no processo para abertura de capital, que possibilita sondar o mercado antes de finalizar a proposta

DIVIDENDOS NO BOLSO

Por que a Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, aprovou um aumento de capital de R$ 30 bilhões? A resposta pode ser boa para o bolso dos acionistas

9 de dezembro de 2025 - 13:06

O objetivo do aumento de capital é manter o equilíbrio financeiro da empresa ao distribuir parte da reserva de lucros de quase R$ 40 bilhões

DO LIVRO AO LIVE COMMERCE

Magazine Luiza (MGLU3) aposta em megaloja multimarcas no lugar da Livraria Cultura para turbinar faturamento

9 de dezembro de 2025 - 7:11

Com cinco marcas sob o mesmo teto, a megaloja Galeria Magalu resgata a memória da Livraria Cultura, cria palco para conteúdo e promete ser a unidade mais lucrativa da varejista

ATE

Dividendos e bonificação em ações: o anúncio de mais de R$ 1 bilhão da Klabin (KLBN11)

8 de dezembro de 2025 - 19:52

A bonificação será de 1%, terá como data-base 17 de dezembro e não dará direito aos dividendos anunciados

ESTÁ NA VITRINE

Dividendos e recompra de ações: a saída bilionária da Lojas Renner (LREN3) para dar mais retorno aos acionistas

8 de dezembro de 2025 - 16:15

A varejista apresentou um plano de proventos até 2030, mas nesta segunda-feira (8) divulgou uma distribuição para os acionistas; confira os prazos

QUAL É A FAVORITA

Vale (VALE3) é a ação preferida dos investidores de commodities. Por que a mineradora não é mais a principal escolha do UBS BB? 

8 de dezembro de 2025 - 15:23

Enquanto o banco suíço prefere outro papel no setor de mineração, Itaú BBA e BB-BI reafirmam a recomendação de compra para a Vale; entenda os motivos de cada um

OPERAÇÃO LIBERADA

Cemig (CMIG4) ganha sinal verde da Justiça de Minas para a venda de usinas

8 de dezembro de 2025 - 14:23

A decisão de primeira instância havia travado inclusive o contrato decorrente do leilão realizado em 5 de dezembro de 2024

POTENCIAL ROXO

Nubank (NU/ROXO34) pode subir cerca de 20% em 2026, diz BB Investimentos: veja por que banco está mais otimista com a ação

8 de dezembro de 2025 - 13:41

“Em nossa visão o Nubank combina crescimento acelerado com rentabilidade robusta, algo raro no setor, com diversificação de receitas, expansão geográfica promissora e a capacidade de escalar com custos mínimos sustentando nossa visão positiva”, escreve o BB Investimentos.

PRESSÃO DO MAGALU

“Selic em 15% não tem cabimento”, diz Luiza Trajano. Presidente e CEO do Magazine Luiza (MGLU3) criticam travas ao varejo com juros nas alturas

8 de dezembro de 2025 - 13:02

Em evento com jornalistas nesta segunda-feira (8), a empresária Luiza Trajano voltou a pressionar pela queda da Selic, enquanto o CEO Frederico Trajano revelou as perspectivas para os juros e para a economia em 2026

ESPAÇO PARA ALTA

IRB (IRBR3) dispara na bolsa após JP Morgan indicar as ações como favoritas; confira

8 de dezembro de 2025 - 11:56

Os analistas da instituição também revisaram o preço-alvo para 2026, de R$ 54 para R$ 64 por ação, sugerindo potencial de alta de cerca de 33%

VALOR NO ESPAÇO

SpaceX, de Elon Musk, pode retomar posto de startup mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 800 bilhões em nova rodada de investimentos, diz WSJ

7 de dezembro de 2025 - 15:19

A nova negociação, se concretizada, dobraria o valuation da empresa de Musk em poucos meses

CRESCIMENTO

Localiza (RENT3) propõe emitir ações preferenciais e aumento de capital

7 de dezembro de 2025 - 13:05

A Localiza, que tem uma frota de 600.000 carros, disse que as novas ações também seriam conversíveis em ações ordinárias

DEBÊNTURES

Fitch elevou rating da Equatorial Transmissão e de suas debêntures; veja o que baseou essa decisão

7 de dezembro de 2025 - 12:11

Sem grandes projetos à vista, a expectativa é de forte distribuição de dividendos, equivalente a 75% do lucro líquido regulatório a partir de 2026, afirma a Fitch.

SEM BÔNUS DE NATAL

Correios vetam vale-natal de R$ 2,5 mil a funcionários, enquanto aguardam decisão da Fazenda

7 de dezembro de 2025 - 11:15

A estatal negocia uma dívida de R$ 20 bilhões com bancos e irá fazer um programa de desligamento voluntário

FILMES

Por que o Itaú BBA acredita que há surpresas negativas na compra da Warner pela Netflix (NTFLX34)

6 de dezembro de 2025 - 17:40

Aquisição bilionária amplia catálogo e fortalece marca, mas traz riscos com alavancagem, sinergias e aprovação regulatória, diz relatório

AGRONEGÓCIO

3tentos (TTEN3): veja por que Bank of America, XP e BBA compartilham otimismo com a ação, que já avança 30% em 2025

6 de dezembro de 2025 - 14:21

Vemos a 3tentos como uma história de crescimento sólida no setor agrícola, com um forte histórico, como demonstrado pela sua expansão no MT nos últimos 4 anos, diz Bank of America

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar