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Na esteira da proposta de fusão de 3R e PetroRecôncavo, o conselho de administração da Prio autorizou a operação de olho na movimentação de pares do setor
As petroleiras “juniors” estão dando o que falar em 2024. Depois da proposta de combinação dos negócios da 3R Petroleum (RRRP3) com a PetroRecôncavo (RECV3), a Prio (PRIO3) também agitou o segmento com uma operação bilionária.
Nesta quarta-feira (28), a companhia informou que seu conselho de administração aprovou o aumento do capital social em R$ 2 bilhões, passando o total para R$ 7,6 bilhões.
De acordo com a Prio, o aumento bilionário do capital servirá para o redesenvolvimento de ativos operados já em produção, além de financiar atividades de perfuração e conexão sub-superfície em ativos que se encontram em fase de desenvolvimento.
Em meio à movimentação da 3R e da PetroRecôncavo na direção de uma possível fusão, a Prio não quer ficar para trás.
Por isso, a petroleira também vai usar parte dos bilhões do aumento de capital aprovado hoje para a expansão.
“O referido aumento de capital se mostra necessário para o financiamento de futuras oportunidades de crescimento, englobando projetos e iniciativas inorgânicas que tenham como objetivo a geração de valor aos acionistas”, diz a Prio em comunicado.
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De acordo com a Prio, o aumento de capital será feito sem a distribuição de novas ações da companhia ou mudança nos números de emissão.
Segundo a Prio, trata-se de uma operação contábil na qual parte dos valores alocados na reserva de lucros passa a ser acrescida ao capital social, aumentando assim a expressão monetária.
Dessa forma, não há entrada de novos recursos para a companhia por meio da operação em tela.
"Tendo em vista que o aumento de capital trata de mero remanejamento de valores já existentes no patrimônio líquido da companhia, tal operação não apresenta quaisquer consequências financeiras ou econômicas", diz a Prio no comunicado.
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