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O mercado aparenta já ter precificado o resultado positivo; a empresa de produtos e serviços pet ainda aguarda o desenrolar da fusão com a Cobasi
Bom para cachorro. Esse seria um bom resumo para o balanço do terceiro trimestre de 2024 da Petz. O lucro líquido foi bem acima do esperado, a receita bruta atingiu R$ 1 bilhão, com crescimento de 7,6% na comparação anual, o canal digital manteve a relevância como motor de crescimento.
Mesmo assim, PETZ3 não para de cair após a divulgação dos resultados. Por volta das 17h, o papel caía mais de 11%. O intrigante, nesse caso, é que, antes do balanço, as ações estavam engatando sequências de altas consecutivas.
O mercado aparenta já ter precificado o resultado positivo da companhia na ação, que agora, com a queda, se aproxima mais dos preços-alvo de bancos como BTG Pactual, Santander e Goldman.
Vale lembrar que a Petz segue em processo de fusão com a Cobasi, anunciado em abril deste ano. A negociação aguarda aprovação antitruste para seguir, ou seja, os reguladores estão avaliando se a junção das duas companhias não seria prejudicial ao mercado, com a possível criação de um monopólio.
Com 257 lojas no portfólio, cinco delas inauguradas de julho e setembro, a empresa de cuidados pet tem reforçado seus esforços no canal físico, que manteve resultados estáveis de um ano para o outro.
As vendas mesmas lojas, indicador , relevante para o varejo), mostrou crescimento de 3,4% na comparação anual.
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No entanto, é no digital que a empresa encontra a “galinha de ovos de ouro”: as vendas on-line registraram aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado.
Para os analistas do BTG, “o desempenho fraco do canal físico e o rápido crescimento digital reforçam o cenário desafiador de curto prazo (tanto em relação à receita quanto às margens), que deve persistir nos próximos trimestres”.
Ainda assim, o banco tem recomendação de compra para a empresa, com preço-alvo de R$ 5.
No terceiro trimestre, a venda de produtos se sobressaiu à receita gerada com serviços. Um dos grandes propulsores foi o segmento de acessórios, que cresceu 15% na comparação anual. Também teve destaque a linha da Zee.dog com produtos licenciados da Marvel, que foi considerada um sucesso de vendas.
Já os itens de alimentação representaram 61% das vendas totais de produtos.
Por outro lado, a receita com serviços (banho e tosa, por exemplo) caíram 3% ante o mesmo período do ano passado.
No total, o faturamento líquido da empresa com essas duas linhas de negócio (vendas de produtos e serviços) foi de R$ 848 milhões, o que representa uma alta de 6,9% em relação ao terceiro trimestre do ano anterior.
O Goldman Sachs, que mira preço-alvo de R$ 4,40 para PETZ3, considerou que os resultados da companhia foram em linha com o esperado.
No relatório, o banco destacou positivamente o crescimento da margem bruta e justificou a melhora no indicador graças às novas políticas comerciais implementadas no segundo trimestr deste ano , que ajudaram a “equilibrar melhor o crescimento e a lucratividade.”
Já o Santander considerou os números do balanço “mistos”, com as receitas levemente abaixo das expectativas, mas com tendência de melhoria da rentabilidade. O banco tem recomendação neutra, com preço alvo de R$ 3,70.
Na divulgação dos resultados, a empresa reforçou o “contínuo foco em experiência e encantamento dos clientes”. Entre os planos anunciados e em andamento, estão:
Além disso, a empresa está investindo em marca própria, que correspondeu a 10% na receita total de produtos no 3T24.
No final das contas, o BTG Pactual considera que PETZ3 é um nome “menos atraente no curto prazo”, embora enxergue positivamente a fusão com a Cobasi.
“O estado do mercado pet pós-pandemia resultou em um crescimento mais lento (embora resiliente), enquanto o e-commerce ganhou muito mais participação do que o esperado inicialmente. Isso, somado à menor demanda por itens não alimentícios e à maturação mais lenta da Zee.Dog, comprada em 2021, impulsionou seu fraco desempenho”, completou.
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