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Analista afirma que cenário já é favorável para crescimento de empresas da bolsa – faltando apenas um fator importante a ser resolvido
Após um primeiro semestre bastante desafiador para os ativos de risco do mercado brasileiro, especialmente para ações, certo otimismo pareceu retornar após a concretização de alguns “gatilhos” favoráveis à renda variável. Fatores como:
O Ibovespa pareceu responder à altura dos gatilhos, chegando à sua máxima histórica de 137 mil pontos no dia 28 de agosto. Era o fim do ostracismo.
Porém, parece que a poeira baixou. O índice vem “patinando” entre 130 e 131 mil pontos há um mês, desde 30 de setembro.
Se os gatilhos de alta se concretizaram, mas não se consolidaram, o que ainda falta para a bolsa brasileira engatar de uma vez?
Em entrevista ao programa Onde Investir (do Seu Dinheiro) de novembro, a analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research, casa de análise do grupo BTG Pactual, explicou o que pode estar acontecendo:
“Os fatores domésticos se tornaram muito mais preponderantes do que os internacionais. Mais cedo neste ano [...], o [fator] internacional, com o corte de juros lá fora [nos EUA], estava contando muito mais. Agora, o corte já aconteceu e a gente fica pendurado na questão fiscal aqui no Brasil.”
No primeiro semestre, o Brasil sequer sabia se o governo tinha um plano sólido de corte de gastos. Os ruídos diminuíram quando o governo prometeu que entregaria um pacote definitivo com tais cortes.
A questão é que, agora, não se sabe exatamente quando este pacote será divulgado. O governo, novamente, torna-se uma incógnita – e a economia sente o peso.
“Tivemos dados que mostraram uma economia forte. Mas, por outro lado, uma inflação acima da expectativa. [...] Tudo isso tem muito a ver com a questão fiscal, essa percepção de pouco controle das contas públicas.”
Então, se ajustarmos o fiscal, as coisas podem, finalmente, melhorar para a bolsa brasileira? Na opinião de Larissa, sim.
“Para o mês de novembro, do ponto de vista macro, um ajuste fiscal é o principal gatilho, na minha visão, para a bolsa brasileira. [...] Havendo algum tipo de ajuste, acredito que já seria suficiente para queimar um pouco de prêmio de risco no nosso juro futuro, que é o que está pesando sobre as nossas ações.”
Enquanto isso, estrangeiros têm “batido em retirada” da bolsa brasileira. O fluxo de saída de capital está em cerca de US$ 30 bilhões no acumulado deste ano.
“Se a gente tiver um pouquinho desse ‘gatilho macro’”, afirmou Larissa, “acho que esse fluxo [estrangeiro] volta”.
Estamos no início da temporada de resultados do 3T24, e a expectativa de Larissa é de que seja de bons números para as principais empresas brasileiras e, consequentemente, para seus papéis listados na bolsa.
Ou seja, mesmo com as incertezas fiscais, ainda há uma luz no fim do túnel para a bolsa.
“Não podemos esquecer do ‘copo meio cheio’: a economia continua forte. Isso se traduz em lucros corporativos maiores”, afirmou Larissa.
É como se as peças do quebra-cabeça já estivessem aqui – só precisam de uma força motriz que as encaixem:
O investidor pode se empolgar para um possível “rali de final de ano” na bolsa brasileira, mas não significa que deve comprar qualquer ação que lhe parecer atrativa, sem estudar a qualidade das empresas ou a correlação entre os papéis em sua carteira.
É necessário cautela. Afinal de contas, sempre há uma fruta ou outra que pode apodrecer e, de quebra, estragar as outras frutas da cesta junto.
Larissa Quaresma é responsável pela carteira das 10 melhores ações da bolsa brasileira para investir este mês, uma curadoria de papéis que trazem o equilíbrio ideal entre qualidade, preço e potencial de valorização.
O objetivo da carteira é “ajudar pessoas comuns a investir melhor”, segundo ela.
E sim, o sentimento da analista é de que 2024 ainda não está perdido. “Estamos animados para o final do ano”, encerrou.
Você pode conferir a carteira de Larissa Quaresma gratuitamente clicando aqui, ou no botão ao final da matéria.
Essa é a sua chance de conhecer as melhores oportunidades que o mercado oferece hoje, e tomar decisões certeiras de investimento baseadas nelas.
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