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A decisão de desinvestimento, segundo a estatal, é justificada por ser tratar de um “ativo não operado”
A Petrobras (PETR4) comunicou nesta quarta-feira (27) que decidiu vender sua participação de 25% no Campo de Tartaruga, localizado em águas rasas da Bacia de Sergipe-Alagoas, no município de Pirambu (SE). O campo é operado pela SPE Tiêta, empresa controlada pela PetroRecôncavo (RECV3).
Segundo a estatal, sua produção no Campo de Tartaruga, considerando a média dos primeiros nove meses de 2024, foi de aproximadamente 41 barris de óleo e 723 metros cúbicos de gás associado por dia.
A Petrobras já iniciou a divulgação do chamado teaser, documento que traz informações principais sobre a oportunidade de negócio para atrair interessados.
A empresa destacou que a venda dessa participação não afetará suas demais operações na região nem sua equipe, própria ou terceirizada, pois o campo não é operado pela Petrobras.
"Conforme estabelecido no Plano de Negócios 2025-2029, a Petrobras manterá importantes investimentos no estado de Sergipe, com a previsão de contratação de dois navios plataformas do tipo FPSOs para a área de Sergipe Águas Profundas (SEAP) com capacidade de produção de até 120 mil barris por dia cada um e a construção de um gasoduto com capacidade de 18 milhões m3/dia", diz a empresa.
De acordo com a companhia, a decisão de vender o ativo reflete a falta de sinergia do campo com o restante de seu portfólio. Além disso, o Campo de Tartaruga representa menos de 1% da produção total do estado de Sergipe.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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