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Rede cearense de farmácias reverteu o prejuízo registrado no mesmo período do ano passado após melhorias organizacionais e captura de sinergias com a Extrafarma
As ações das companhias que divulgaram resultados do terceiro trimestre repercutem com fortes ganhos ou baixas no pregão seguinte após balanço. Esse é o caso da rede de drogarias Pague Menos (PGMN3), cujos papéis disparam nesta terça-feira (5) em reação aos números do terceiro trimestre.
Por volta das 17h15, PGMN3 saltava 8,41% na B3, a R$ 3,35. No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,05%, aos 130.576,67 pontos. No acumulado do ano, os papéis da rede caem 14%. A rede vale hoje aproximadamente R$ 2 bilhões na bolsa.
O impulso das ações da Pague Menos na B3 tomou força após a companhia registrar um desempenho histórico no terceiro trimestre de 2024, com recorde nos quatro principais indicadores, como lucro líquido, receita bruta, Ebitda ajustado e fluxo de caixa livre.
A Pague Menos registrou um lucro líquido de R$ 53,9 milhões entre julho e setembro, revertendo o prejuízo de R$ 400 mil no mesmo período do ano passado. De acordo com a rede, o resultado foi influenciado por um conjunto de ajustes, incluindo um processo de reestruturação organizacional.
A receita líquida no terceiro trimestre foi de R$ 3,271 bilhões, representando um crescimento de 13,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem líquida chegou a 1,5% da receita bruta, uma alta de 1,5% em relação ao terceiro trimestre de 2023.
Já o Ebitda ajustado totalizou R$ 190,7 milhões, crescendo 32,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso, a companhia alcançou margem Ebitda de 5,4%, recorde histórico de rentabilidade operacional para um terceiro trimestre do ano.
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Segundo a companhia, os números do terceiro trimestre são resultado da evolução operacional e captura acelerada das sinergias com a rede Extrafarma, que impactaram de forma positiva na rentabilidade e na geração de caixa da Pague Menos no período.
Vale lembrar que a Pague Menos, rede cearense de farmácias e a segunda maior do país, comprou a Extrafarma em agosto de 2022 por R$ 737 milhões, ampliando a rede em 382 lojas.
Para os analistas do BB Investimentos (BB-BI), a Pague Menos divulgou um resultado muito positivo. Os analistas destacaram o aumento expressivo de receita e de “vendas mesmas lojas” — ou seja, em bases comparáveis —, além da diluição de despesas com melhoria da margem Ebitda. O BB-BI também ressaltou a queda no nível de endividamento e a sinergia com a Extrafarma.
Apesar da empresa apresentar estabilidade na margem bruta e um endividamento ainda elevado, mas em queda, os indicadores gerais indicam um cenário positivo para o futuro.
Por ora, no entanto, o BB-BI mantém recomendação neutra para os papéis da Pague Menos, com um preço-alvo de R$ 3,95 para o final de 2024, “até que os números do 3T24 sejam incorporados em nosso valuation”, afirmam os analistas. O valor representa uma alta de 28% em relação ao preço no fechamento anterior da ação.
Na visão dos analistas do JP Morgan, os números da Pague Menos mostraram melhorias operacionais, apesar da pressão contínua de despesas financeiras altas. “De modo geral, esperamos uma reação positiva do preço das ações aos resultados, dadas as tendências operacionais em melhoria e o ganho de participação de mercado em todas as regiões do Brasil, devido ao crescimento acima da inflação nas vendas em lojas maduras”.
No entanto, o JP Morgan ainda classifica as ações PGMN3 como “underweight”, equivalente à venda.
O Itaú BBA, por sua vez, considerou os resultados sólidos do balanço da Pague Menos. Para os analistas, os ganhos de produtividade após a sinergia com a Extrafarma resultaram em aumentos de participação de mercado da Pague Menos em todas as regiões, apesar do plano de expansão mais lento, o que é visto como uma notícia positiva.
Os analistas mantêm recomendação “market perform” para as ações da rede, equivalente a neutro. O preço-alvo é de R$ 4,20 para 2024, alta de 36% sobre o fechamento anterior.
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