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A B3 até prorrogou o prazo para que a companhia eleve o valor dos papéis, que não podem ficar cotados abaixo de R$ 1 por longos períodos, mas a operação será proposta ao conselho
Atualmente atravessando seu segundo processo de recuperação judicial, a Oi (OIBR3) também pode estar prestes a fazer o segundo grupamento de ações em dois anos. Segundo comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira (13), a companhia irá propor a operação ao conselho de administração.
O movimento é consequência de um "enquadro" feito pela B3 em outubro do ano passado. Na ocasião, a operadora da bolsa brasileira questionou a empresa a respeito de quais procedimentos seriam adotados para que a cotação das ações ficasse acima de R$ 1.
Esse é o patamar mínimo exigido pelas regras da bolsa para inibir as chamadas penny stocks, papéis que têm como principal característica, além do preço baixo, uma volatilidade ainda maior do que o restante dos ativos do mercado acionário.
Na ocasião, a Oi destacou destacou que enfrenta seu segundo processo de recuperação judicial e negocia a reestruturação de suas dívidas. Vale relembrar que a assembleia de credores que votaria o plano de RJ da compnhia foi suspensa na semana passada e só deve ser retomada no final deste mês.
Considerando o cenário, a companhia pediu a extensão do prazo para adoção de medidas legais para reenquadrar as ações. Pelas regras, os papéis não podem ficar mais que 30 pregões cotados abaixo de R$ 1.
A B3 deferiu parcialmente a solicitação, prorrogando a data limite até 30 de abril. Mas, como a janela ainda está curta, a Oi optou por submeter ao conselho a proposta de grupamento das ações ordinárias (OIBR3) e preferenciais (OIBR4).
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O fator da operação — ou seja, quantos papéis serão unidos para formar uma nova ação — ainda será avaliado. Além disso, o grupamento também deve ser votado pelos acionistas em assembleia a ser convocada para 29 de abril, um dia antes do fim do prazo.
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
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