O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Prio já havia confirmado que estava em negociações com a empresa chinesa Sinochem, que detinha controle de 40% das operações do campo de petróleo de Peregrino
O que o mercado já vinha aguardando desde julho se tornou realidade hoje. A Prio (PRIO3) anunciou na manhã desta sexta-feira (27) a aquisição das operações da empresa chinesa Sinochem no campo de petróleo offshore de Peregrino.
De acordo com o comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o valor da transação foi de US$ 1,915 bilhão (R$ 10,4 bilhões), dos quais US$ 191,5 milhões foram pagos na assinatura do contrato.
O valor da operação ainda está sujeito a ajustes, mas o anúncio vem em linha com o que já era projetado por analistas dos bancos BTG Pactual e Goldman Sachs. As instituições financeiras projetavam que as negociações giravam em torno de US$ 1,6 bilhão a US$ 1,9 bilhão.
De acordo com o relatório do BTG Pactual divulgado nesta manhã, o banco avalia que o ajuste deve ser bem-recebido pelos investidores
Segundo a petroleira brasileira, todos os valores serão pagos utilizando recursos já disponíveis.
Assim os níveis de alavancagem se manterão dentro de “faixas saudáveis e conservadoras”, segundo a Prio, de até 1,2 vezes a dívida líquida sobre o EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização).
Leia Também
Com a aquisição, a Prio passa a deter 40% da operação. Os outros 60% são administrados pela Equinor.
No entanto, a conclusão do negócio ainda está sujeita à aprovação do Cade. Além disso, também depende da expiração do prazo estipulado para a Equinor exercer o direito de compra, que encerra em 30 dias.
A Prio, que é assessorada pelo Bank of America, irá realizar uma conferência online nesta sexta-feira, às 11h.
De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o campo de Peregrino teve uma produção de cerca de 78 mil barris de óleo equivalente por dia em julho deste ano.
Segundo a Prio, a aquisição da operação no campo de Peregrino vai garantir a produção de 35 mil barris de petróleo a mais por dia para a empresa.
No último trimestre, a média da produção da petroleira brasileira foi de 90 mil barris por dia.
Além disso, também é esperado que as reservas da companhia aumentem em 135 milhões de barris.
Isso porque é estimado que o campo de Peregrino tenha produção de 338 milhões de barris de reservas desde 1º de janeiro deste ano.
O mercado já aguardava a operação, porém era previsto que as empresas apenas assinassem um memorando de entendimento (MoU, na sigla em inglês) nesta semana.
Na última quarta-feira (25), a petroleira brasileira confirmou estar em negociações com a Sinochem para a compra das atividades no campo de Peregrino.
Com o anúncio das negociações, instituições financeiras avaliaram a transação de forma positiva para a Prio.
O banco norte-americano Goldman Sachs chegou a reiterar a compra dos papéis da Prio. Porém, a instituição avaliou que a aquisição reforça o posicionamento da Prio, que vem indicando a preferência por investir em novos projetos em vez de focar na remuneração dos acionistas por meio de dividendos.
Já o banco BTG Pactual indicou a operação como “transformadora” para a companhia. Segundo relatório divulgado, a operação sinaliza uma estratégia de expansão da Prio que deve levar à aquisição total do campo nos próximos anos.
A instituição também afirmou que não enxerga redução nas despesas operacionais (opex), avaliadas em US$ 450 milhões por ano.
Já com a confirmação da aquisição nesta manhã, analistas do banco ressaltaram que as estimativas das despesas operacionais (opex) foram superestimadas, o que deve gerar impacto positivo para a empresa.
Além disso, a instituição também reforçou que a compra da participação minoritária reduz os riscos operacionais para a Prio e indica a aquisição de todo o campo no futuro.
O banco ainda afirmou que enxerga que a empresa é negociada com uma avaliação que subestima a capacidade da petroleira brasileira.
“Ao longo dos últimos anos, a empresa reinvestiu consistentemente os seus fluxos de caixa em projetos de elevado retorno”, afirmou em relatório.
A instituição reforçou a recomendação de compra para os papéis da Prio nesta manhã, avaliando a companhia como escolha preferida no setor.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas