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O Bradesco BBI tirou a recomendação de compra da B3 e estabeleceu preço-alvo de R$ 14 por ação para o final de 2024 — o que representa um potencial de valorização de 13% em relação ao fechamento de quinta-feira (22)
As ações da B3 (B3SA3) chegaram a cair mais de 3% na mínima do dia depois que o Bradesco BBI piorou a classificação da operadora da bolsa brasileira. Isso por si só já seria uma notícia ruim para os acionistas, mas o banco ainda sinalizou que prefere outra empresa do mercado de capitais.
O Bradesco BBI rebaixou a recomendação da B3 de compra para neutra, com preço-alvo de R$ 14 por ação para o final de 2024 — o que representa um potencial de valorização de 13% em relação ao fechamento de quinta-feira (22).
Na visão do banco, o ambiente de volumes ainda baixos no segmento de ações à vista, aumento do ruído sobre potencial concorrência e menor alavancagem operacional em relação a outros players pesam sobre a B3.
Por volta de 16h05, as ações B3SA3 caíam 2,98%, a R$ 12,03. Em março, os papéis acumulam baixa de 6,24% e, no ano, de -16,3%. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
A assimetria de risco — volumes ainda fracos para ações, aumento do ruído sobre potencial concorrência e menor alavancagem operacional do que outros players — parece pior na operadora da bolsa brasileira do que na XP, no que se refere ao setor de mercado de capitais, segundo o Bradesco BBI.
Para o banco, o crescimento da receita bruta no setor continua bastante dependente das condições de mercado, e a preferência é adicionar exposição ao setor por meio da XP em comparação com a B3.
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“[A XP] deverá ter uma alavancagem operacional mais favorável se/quando melhores condições de mercado se materializarem”, diz o BBI em relatório.
A XP teve a recomendação de compra mantida e preço-alvo de US$ 31 por ação — o que representa um potencial de valorização de 21%.
Os papéis XPBR31, no entanto, operam em queda de 0,30% na B3, a R$ 126,35. Em Nova York, onde a empresa é listada, as ações XP recuam 1,13%, a US$ 25,30.
"Nos últimos trimestres, os investidores têm esperado por uma potencial recuperação nas atividades de mercado de capitais, que continuam a depender de condições melhoradas tanto em relação aos juros locais quanto globais”, diz o Bradesco BBI.
“Preferimos adicionar exposição ao setor por meio da XP em comparação com a B3, que apresenta melhor assimetria de risco-recompensa com potencial para revisões de lucros ascendentes e expansão de múltiplos, enquanto o mercado continua a 'observar a tinta secar’”, acrescenta.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
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