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Giovanna Figueredo

Giovanna Figueredo

Formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo (USP), já trabalhou com marketing e redes sociais em uma consultoria financeira e é redatora dos portais Seu Dinheiro e Money Times.

BIG TECHS NO RADAR

Não é a Nvidia: Amazon fecha parceria multibilionária com outra gigante para a fabricação de chips de IA

Parceria da Amazon Web Services (AWS) com esta outra big tech pode transformar um estado dos EUA em uma potência de inteligência artificial

Giovanna Figueredo
Giovanna Figueredo
17 de setembro de 2024
19:20 - atualizado às 18:45
chip inteligência artificial ia amazon aws intel
Imagem: Canva/Reprodução - Montagem: Giovanna Figueredo

Quando o assunto é produção de chips de inteligência artificial, a primeira empresa a ser lembrada é a Nvidia. No entanto, não foi com a “queridinha” da IA que a Amazon (AMZN) concluiu uma parceria multibilionária na última segunda-feira (16).

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A Amazon Web Services (AWS), o “braço” de serviços em nuvem da empresa de e-commerce, anunciou que se tornará cliente da Intel (INTC) para a fabricação de microprocessadores de inteligência artificial personalizados.

Segundo o comunicado das duas companhias, a Intel produzirá um chip de IA para a Amazon e usará o processador 18A, que é a tecnologia mais avançada disponibilizada pela empresa para clientes externos.

O CEO da Intel, Pat Gelsinger, defende que a parceria pode ser bem benéfica para as empresas e seus clientes:

“Os recursos de design e fabricação de chips da Intel, combinados com os serviços abrangentes e amplamente adotados de nuvem, IA e machine learning da AWS, vão facilitar a inovação em todo o nosso ecossistema compartilhado e apoiar o crescimento de ambas”.

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Além dos resultados para as duas companhias, a parceria pode ter uma consequência adicional. Segundo projeções das “gigantes” da tecnologia, esse investimento pode fortalecer o estado americano de Ohio como uma potência da inteligência artificial.

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Isso porque a produção desse chip de IA personalizado deve ser feita nas instalações da Intel no estado, bem como a AWS planeja investir US$ 7,8 bilhões para expandir suas operações de data center em Ohio.

Mercado se animou com a notícia, mas incertezas ainda rondam a Intel

As ações das duas big techs reagiram com ânimos positivos à notícia da parceria. Os papéis da Intel saltaram 2,68% na Nasdaq nesta terça-feira (17) e a Amazon subiu 1,08%.

No entanto, embora os últimos dias tenham apresentado um otimismo do mercado sobre a Intel, no acumulado de 2024, as ações ainda sofrem pressão. Desde janeiro, o ativo já despencou 55% na bolsa americana.

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A “gigante” está passando por um dos momentos mais difíceis de sua história. Em outubro, a empresa comunicará internamente a demissão de 15 mil funcionários como forma de corte de gastos, equivalente a 15% dos trabalhadores da empresa.

Além disso, a empresa diminuiu suas projeções de resultados e suspendeu o pagamento de dividendos para os acionistas após registrar um trimestre “para esquecer” no 2º tri de 2024.

Nos anos 2000, a Intel alcançou um valor de mercado de quase US$ 500 bilhões com o avanço da internet no período. Hoje, a companhia vale aproximadamente US$ 91 bilhões na bolsa.

Com o domínio da inteligência artificial no mercado, a Intel agora tem concorrentes fortes para se preocupar. Companhias como Nvidia e AMD estão no centro das discussões sobre IA.

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Portanto, a companhia vem reunindo esforços para melhorar seus produtos e recuperar sua relevância no mercado. A parceria com a AWS para a fabricação de chips de inteligência artificial é uma das iniciativas da empresa nesse processo.

“A diretoria e eu concordamos que temos muito trabalho pela frente para aumentar a eficiência, melhorar nossa lucratividade e aumentar nossa competitividade no mercado”, afirmou o CEO Pat Gelsinger em comunicado para os funcionários nesta semana.

*Com informações de Reuters e BP Money.

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