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BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) supera previsões com lucro no 1T24, aumento de margem e caixa estável; confira os números da varejista

As vendas nas lojas físicas cresceram 8% entre janeiro e março deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto o marketplace avançou 6%

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9 de maio de 2024
19:24
Fachada de loja do Magazine Luiza (MGLU3), um dos grandes players de varejo da bolsa, junto com Via (VIIA3) e Americanas (AMER3)
Imagem: Shutterstock

Depois que a Casas Bahia (BHIA3) apresentou resultados pressionados, mas melhores do que o esperado no primeiro trimestre, o desempenho do Magazine Luiza (MGLU3) no período estava sendo bastante aguardado pelos investidores, que tentam medir a temperatura do varejo brasileiro — e o Magalu superou as projeções.

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Nesta quinta-feira (9), a companhia reportou lucro líquido ajustado de R$ 29,8 milhões entre janeiro e março, revertendo um prejuízo líquido ajustado de R$ 309,4 milhões na comparação com o mesmo período do ano anterior. Sem ajustes, o lucro líquido do período somou R$ 27,9 milhões, uma reversão de R$ 391,2 milhões em perdas de um ano antes. O resultado veio bem melhor que a projeção de prejuízo líquido de R$ 6,52 milhões, de acordo com dados da Bloomberg.

A receita líquida do Magazine Luiza totalizou R$ 9,2 bilhões no primeiro trimestre, o que representa uma alta de 1,9% em relação ao mesmo período de 2023. O mercado esperava R$ 9,43 bilhões em receitas. 

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), por sua vez, foi de R$ 684,9 milhões no trimestre, um resultado 111,3% maior em termos anuais e acima também da estimativa da Bloomberg de R$ 679,7 milhões para o período.  O Ebitda ajustado somou R$ 687,8 milhões, alta de 53,5% na comparação ano a ano.

A margem Ebitda do Magazine Luiza subiu 3,8 pontos percentuais (pp), para 7,4%, enquanto a margem Ebitda ajustado subiu 2,5 pp, para os mesmos 7,4%.

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Já a geração de caixa operacional nos últimos 12 meses foi de R$ 2,7 bilhões, influenciada pela evolução no resultado operacional e no capital de giro. Entre janeiro e março, o capital de giro foi R$ 2,1 bilhões melhor do que no mesmo período do ano anterior.

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O Magalu encerrou o trimestre com uma posição de caixa líquido ajustado de R$ 2,4 bilhões, um aumento de R$ 2,5 bilhões na comparação anual, e uma posição de caixa total de R$ 9 bilhões, estável comparada ao quarto trimestre de 2023.

A dívida líquida, por sua vez, totalizou R$ 4,3 bilhões ante projeção de R$ 8,11 bilhões segundo a Bloomberg. 

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Mercado Livre: uma ameaça ao Magazine Luiza?

O Mercado Livre (MELI34) é uma das grandes preocupações para o e-commerce brasileiro, especialmente após os resultados robustos divulgados na semana passada — além de ver o lucro disparar 71% no primeiro trimestre, o volume de vendas (GMV) do Meli aumentou 36% no Brasil em relação ao mesmo período de 2023. 

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E um dos riscos para o Magazine Luiza (MGLU3) é justamente o aumento da competição no mercado de marketplace 3P — quando a varejista realiza todo o processo de venda e entrega.

O e-commerce do Magalu atingiu R$ 11 bilhões em vendas no período, crescendo 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas do marketplace atingiram R$ 5 bilhões, uma alta de 6% em base anual, consolidando-se como o segundo maior canal de vendas e representando mais de 40% das vendas on-line.

Nas lojas físicas, as vendas do Magazine Luiza atingiram R$ 5 bilhões no trimestre, um aumento de 8% em comparação com o mesmo período de 2023. No critério mesmas lojas, o crescimento atingiu 9%. Com isso, o Magalu expandiu sua participação de mercado em 0,7 pp entre janeiro e março.

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O desempenho do MagaluPay 

O volume total de transações processadas (TPV) da fintech do Magazine Luiza atingiu R$ 24,9 bilhões entre janeiro e março, uma alta de 6% em base anual. Um dos destaques foi o crescimento de 14% no volume de pagamentos para sellers e nas contas digitais MagaluPay.

Em cartão de crédito, o faturamento atingiu mais de R$ 14,1 bilhões no trimestre, aumento de 3% em base anual — com 7 milhões de cartões de crédito emitidos e R$ 20 bilhões em carteira de crédito.

Destaque para a queda sequencial nas taxas de inadimplência — 3,4% e 9,4% no curto e longo prazos, respectivamente — e o lucro líquido da Luizacred (R$ 13 milhões).

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