O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As projeções foram anunciadas pela empresa hoje; dados oficiais só devem ser publicados em 31 de janeiro
O ano não começou bem para a Samsung com a notícia de que a fabricante de celulares sul-coreana deve ter uma queda de 35% no lucro do último trimestre de 2023.
O resultado seria pior do que as projeções atuais do mercado. Isso fez com que as ações da empresa caíssem mais de 2% no pregão asiático hoje. Nos primeiros nove dias do ano, a queda já soma mais de 5%.
Quem poderia salvar o resultado da Samsung é o setor de semicondutores, que vem crescendo nos últimos anos. Porém, esse segmento é dominado pela Nvidia e há analistas que entendem que o resultado não seria suficiente para reduzir as perdas.
Em números, o período deve gerar um lucro de US$ 2,13 bilhões, o que representa uma queda de 35% em relação aos US$ 3,3 bilhões do mesmo período de 2022. O resultado do trimestre imediatamente anterior foi de US$ 1,8 bilhão.
Como se não bastasse, uma queda de 4,9% das receitas também é esperada para o período. Além de fabricar celulares, a Samsung também produz chips presentes em eletrodomésticos e computadores.
″[A Samsung é] muito boa em fabricar alguns dos melhores semicondutores do mundo. Mas seus rendimentos são muito piores do que concorrentes como a TSMC”, disse Cory Johnson, estrategista-chefe de mercado do The Futurum Group, nesta terça-feira (9).
Leia Também
Os dados oficiais só devem ser publicados no dia 31 de janeiro, segundo o comunicado da empresa.
A fabricação e produção de chips e semicondutores sofreu solavancos ao longo da pandemia de covid-19, com problemas que vão desde as fábricas até problemas na cadeia de distribuição.
Contudo, a Samsung é responsável pela produção de um tipo específico de chip, os chamados “chips de memória”. E os preços dessa classe específica de semicondutores caíram drasticamente pelos mesmos motivos. Isso sem contar a queda da demanda por smartphones e notebooks.
Essa menor procura pelo produto já havia refletido nos resultados do terceiro trimestre, quando o lucro caiu 77,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O mesmo aconteceu com o resultado do segundo trimestre: a queda foi de 95% com relação a 2022.
O mundo voltou seus olhos para as fabricantes de chips para o desenvolvimento de Inteligências Artificiais (IAs) generativas, como o ChatGPT.
A briga pela fabricação, importação e exportação de semicondutores — nome técnico de chips — é o estopim da nova fase da guerra comercial entre China e Estados Unidos.
Ainda assim, a demanda por chips de memória e aqueles utilizados para o treinamento de IAs deve continuar a crescer no mercado, de acordo com Galen Zeng, gerente sênior de pesquisa de semicondutores da IDC.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos