🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

NOS CÉUS DOS EUA

Latam quer voltar a voar em Wall Street: entenda os planos da companhia aérea para os ADRs — e o que isso significa para os acionistas

Quase três anos após ser obrigada a retirar os papéis da Bolsa de Valores de Nova York, a aérea chilena pretende voltar a ser negociada na Nyse em até seis meses

Camille Lima
Camille Lima
5 de abril de 2024
15:26 - atualizado às 13:56
Latam
Latam - Imagem: Divulgação

Os céus de Wall Street parecem prontos para receber os “aviões de papel” da Latam outra vez. A companhia aérea chilena anunciou nesta semana que vai iniciar o processo de reabertura de capital para voltar a ter seus ADRs (American Depositary Receipt, recibos de ações) negociados na bolsa de valores de Nova York (Nyse).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia teve que retirar os papéis da Nyse e transferi-los para o mercado de balcão — que permite a realização de operações de ativos fora das bolsas de valores tradicionais — em 2021.

A retirada dos ADRs do mercado principal de Wall Street aconteceu após a companhia entrar no chapter 11 da lei de falências dos EUA, em meio ao processo de recuperação judicial voluntário iniciado em 2020, durante a pandemia da covid-19. 

A saída dos papéis da Latam da bolsa norte-americana resultou na falta de liquidez dos ativos, levando a uma diferença brusca entre o preço do ADR em Nova York e o preço real das ações negociadas na bolsa de Santiago.

Quase um ano e meio depois do fim do processo de reestruturação, a companhia quer “reabrir a rota” para os mercados norte-americanos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O processo, porém, envolve procedimentos e exigências em relação à SEC, o equivalente norte-american da CVM, e à bolsa de valores de Nova York.

Leia Também

Além disso, a empresa deverá conseguir o aval do conselho de administração para a relistagem na Nyse.

De acordo com a Latam, a decisão será adotada após o consentimento dos principais credores backstop do plano de recuperação e de acordo com as condições de mercado e o melhor interesse da companhia.

O processo para finalizar a relistagem do programa de ADRs pode levar até seis meses, contados a partir de agora, segundo a empresa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • LEIA TAMBÉM: Casa de análise libera carteira gratuita de ações americanas pra você buscar lucros dolarizados em 2024. Clique aqui e acesse.

O que dizem os analistas sobre a Latam

A Latam é uma das principais escolhas do BTG Pactual no setor aéreo — e uma potencial relistagem dos ADRs em Wall Street traria um impulso adicional para as ações da companhia, segundo os analistas.

“A decisão de reabrir os ADRs poderia ajudar a desbloquear um volume adicional de negociação, além de ajustar a avaliação dos ADRs ao valor patrimonial real da empresa”, escreveram os analistas do BTG Pactual. 

Eles recomendam a compra dos papéis, com preço-alvo de 17 pesos chilenos para as ações da aérea em Santiago nos próximos 12 meses, implicando em um potencial de valorização de 35%.

“Se aprovada, acreditamos que a relistagem de ADRs deverá melhorar a liquidez das ações da Latam, ajudando a desbloquear um volume adicional de negociação, dadas as restrições à negociação no Chile”, disse o BTG. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os analistas, apesar do desempenho positivo das ações da Latam de mais de 34% no acumulado do ano, o valuation continua a oferecer espaço para uma reavaliação, já que o atual múltiplo medido pela relação valor de firma sobe Ebitda (EV/Ebitda) de 4,3 vezes da Latam está 30% descontado em comparação com a média histórica. 

“O pedido voluntário da Gol para o chapter 11 também deverá permitir que a Latam continue a ganhar participação de mercado, como fica evidente em seus recentes números de tráfego”, afirmam.

De acordo com o BTG Pactual, os preços do petróleo e do câmbio continuam a ser os principais obstáculos ao setor aéreo.

Porém, apesar dos riscos, essas duas maiores preocupações parecem ter “estabilizado em níveis elevados”, segundo os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, o banco acredita que não devem acontecer mudanças drásticas na dinâmica dos lucros devido à instabilidade macroeconômica, uma vez que o ruído na região já é forte.

ONDE INVESTIR EM ABRIL: VEJA OS MELHORES INVESTIMENTOS NA BOLSA - AÇÕES, FUNDOS IMOBILIÁRIOS E BDRS

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PLANOS DE EXPANSÃO

Pague Menos (PGMN3) volta ao mercado seis meses após follow-on — e mira até R$ 900 milhões com nova captação na B3

3 de março de 2026 - 9:34

Parte dos recursos vai para o caixa da companhia, enquanto acionistas aproveitam a janela para vender participação; veja os destaques da oferta

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Com uma ou outra “infeliz”, o que esperar dos resultados das construtoras no quarto trimestre de 2025 e quem deve decepcionar na temporada?

3 de março de 2026 - 6:12

Temporada do 4T25 deve reforçar a força das construtoras de baixa renda, enquanto empresas como Eztec e Tenda ainda enfrentam desafios específicos

FORTE PRESENÇA NA REGIÃO

É hora de vender MBRF (MBRF3)? Conheça os efeitos do conflito no Oriente Médio para a ação, na visão do JP Morgan

2 de março de 2026 - 19:23

Metade da carne de frango consumida nos mercados halal do Oriente Médio é importada, principalmente do Brasil; entenda os efeitos do conflito na região para a exportadora brasileira

SMARTPHONE

iPhone 17e: tudo o que você precisa saber sobre o novo celular ‘baratinho’ da Apple

2 de março de 2026 - 18:40

Pré-venda começa na próxima segunda-feira (9); modelo mais acessível vem com 256 gigabytes e novo processador

ALÉM DOS CHIPS

Nvidia investe US$ 4 bilhões em fotônica; entenda o que é a tecnologia e por que é vital para a IA

2 de março de 2026 - 18:15

De olho na luz como motor da inteligência artificial, o investimento bilionário da Nvidia na Lumentum e na Coherent deve transformar a transferência de dados

PERDEU FÔLEGO

Braskem (BRKM5) no vermelho: o que a prévia da petroquímica no 4T25 revela — e por que acende alerta entre analistas do BTG

2 de março de 2026 - 17:35

Mesmo com sinais pontuais de melhora no exterior, spreads fracos no Brasil e geração de caixa negativa seguem no radar dos analistas

GIGANTE À VISTA

Após compra da Warner, Paramount planeja absorver HBO Max e criar um streaming turbinado

2 de março de 2026 - 16:45

Paramount cogita fundir os dois streamings em um único serviço, mas ainda não há detalhes sobre nome, data de lançamento ou preço

LÍDER NO AGRONEGÓCIO

Empresa centenária aprova venda e pode dar adeus à bolsa em breve; veja quem é e qual valor será pago aos acionistas

2 de março de 2026 - 10:11

Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3

PRESSÃO FINANCEIRA

CSN (CSNA3) corre contra o relógio e negocia empréstimo de até US$ 1,5 bilhão com bancos para quitar dívidas

2 de março de 2026 - 9:40

Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa

MOVIMENTAÇÃO

Raízen Energia aprova cisão parcial de subsidiária e incorpora R$ 1 milhão em reorganização societária

1 de março de 2026 - 14:37

A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica

HORA DE REALIZAR?

Gerdau (GGBR4) já entregou tudo o que tinha para dar? Itaú BBA tira selo de compra — mas revela trunfo fora das contas

28 de fevereiro de 2026 - 16:18

Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação

FUSÃO NO OFFSHORE

Nova gigante à vista? OceanPact (OPCT3) anuncia fusão com CBO e cria potência de serviços marinhos com R$ 13,6 bilhões em contratos

28 de fevereiro de 2026 - 11:17

Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro

MINERAÇÃO

Já deu o que tinha que dar? Descubra o que pode acontecer com a Aura (AURA33) depois de subir mais do que o ouro

27 de fevereiro de 2026 - 19:43

Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas

NOVO PLAYER DE SAÚDE

Bradsaúde na bolsa: quem ganha, quem pode pular fora e o que muda para investidores de Bradesco (BBDC4) e Odontoprev (ODPV3)

27 de fevereiro de 2026 - 17:08

A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída

AINDA ESTÁ BARATA?

Avanço no lucro do 4T25 e salto das ações em 12 meses: ainda vale a pena ter B3 (B3SA3) na carteira?

27 de fevereiro de 2026 - 16:15

As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento

NOVO PESO-PESADO NA B3 

Bradesco (BBDC4) coloca a Bradsaúde no jogo da B3, Odontoprev (ODPV3) reage forte — há espaço para mais um gigante da saúde?

27 de fevereiro de 2026 - 13:22

Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei? 

BALANÇO FRACO

Qualicorp (QUAL3) reverte lucro em prejuízo líquido, e ação cai forte na bolsa; saiba como está a saúde da operadora de planos de saúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:46

Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.

A MAIS-VALIA DO BRADESCO

“É o momento certo de capturar valor”: CEO do Bradesco (BBDC4) revela plano para destravar até R$ 50 bilhões com a Bradsaúde

27 de fevereiro de 2026 - 11:43

Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço

FIM DA BATALHA

Netflix (NFLX34) abandona a Warner após sangria de US$ 170 bilhões na bolsa — e ações comemoram em disparada

27 de fevereiro de 2026 - 9:03

O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman

NASCE UM GIGANTE

Bradesco (BBDC4) prepara a joia da coroa para a bolsa: vem aí a Bradsaúde no Novo Mercado da B3

27 de fevereiro de 2026 - 7:33

Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar