O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O valor corresponde a R$ 0,0484 por ação, que serão creditados como juros sobre o capital próprio (JCP)
Quem estiver na base acionária da Itaúsa (ITSA4) na próxima quinta-feira (19) terá direito a um pagamento de R$ 500 milhões autorizado pelo conselho de administração da companhia nesta segunda-feira (16).
O valor corresponde a R$ 0,0484 por ação, que serão creditados como juros sobre o capital próprio (JCP). Ao contrário dos dividendos, essa forma de distribuição está sujeita à retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte. Portanto, após a mordida do leão, a cifra cai para R$ 0,04114 por papel.
O pagamento deve ocorrer até 30 de abril do próximo ano. Após a data informada, em 19 de setembro, as ações serão negociadas "ex-direitos" e passarão por um ajuste referente aos proventos já alocados.
Ou seja, é possível comprar os papéis agora para receber o JCP ou adquirí-los mais tarde por um valor menor, mas sem direito ao dinheiro.
Vale relembrar que a Itaúsa é uma holding mais conhecida por ser dona de parte do Itaú (ITUB4), além de investir em outros nomes como Alpagartas, Dexco, CCR, Aegea e Copa Energia.
Segundo um relatório do UBS BB divulgado no final do mês passado, a expectativa de um forte fluxo de dividendos do Itaú deverá ser um dos principais impulsionadores do preço das ações da Itaúsa no curto e médio prazo. A recomendação é de compra para as ações ITSA4.
Leia Também
O UBS calcula que o Itaú distribuirá R$ 59,5 bilhões até o final de 2025. Desse total, a holding deve receber R$ 22 bilhões.
Se a Itaúsa redistribuir todo esse montante para os acionistas — algo quem tem acontecido nos últimos anos —, a estimativa para o dividend yield da companhia em 2025 fica em 11,3% e supera o DY esperado para o próprio Itaú, que é de 9,5%.
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.
Empresa já destinou R$ 30 milhões à recompra e destaca indicador atrelado ao Bitcoin para medir retorno ao acionista
Com o aval da Justiça, a empresa agora tem o caminho livre para reorganizar um passivo de R$ 1,3 bilhão
Enquanto a BradSaúde divulga seus primeiros números oficiais consolidados, a Odontoprev entrega um lucro de R$ 151 milhões; confira outras linhas do balanço
No ano, a seguradora do Banco do Brasil vive questionamentos por parte do mercado em meio à queda dos prêmios da BrasilSeg, também agravada pela piora do agronegócio