O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A combinação dos negócios, anunciada no último dia 19, deve passar pelo crivo do órgão regulador; prazo mínimo de aprovação é de oito meses
A fusão entre a Petz e a Cobasi, criando o maior negócio do setor "pet" no Brasil, já desperta avaliações sobre o impacto concorrencial da operação, que terá de passar pelo crivo do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Uma fonte do órgão apontou ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, ser pouco provável que um caso dessa grandeza seja aprovado sem algum tipo de restrição.
As análises são preliminares, já que as empresas assinaram apenas na sexta-feira (19) o memorando de entendimentos para a possível combinação.
A expectativa no órgão antitruste é de que o negócio gere muitas sobreposições, o que pode ser resolvido local a local.
Um interlocutor no Cade observou que, se as partes já apresentarem um bom levantamento de "remédios" concorrenciais ao órgão, é possível que a análise não seja tão complexa.
Em fusões desse tipo, o ponto principal é saber quais lojas precisarão ser vendidas.
Leia Também
Além disso, em operações de varejo, a tendência é de que a análise pelo órgão antitruste seja feita dentro de cada cidade e, em municípios com mais de 200 mil habitantes, dentro de cada bairro.
O Cade tem até 240 dias para decidir sobre operações notificadas — e até 330 dias em casos mais complexos, o que precisa ser reconhecido pela Superintendência-Geral.
Em teleconferência sobre a fusão com a concorrente Cobasi, o CEO da Petz, Sergio Zimerman, disse que ainda não foram feitas conversas iniciais com o Cade, mas se mostrou otimista com a avaliação pelo órgão e reconheceu que eventuais "remédios" podem surgir, não vendo, contudo, que eles seriam "amargos".
O CEO da Cobasi, Paulo Nassar, seguiu o mesmo tom. Ao Broadcast, ele afirmou que sua empresa e a Petz têm, juntas, cerca de 2% das lojas de seu segmento no País, o que indicaria, na visão dos empresários envolvidos na negociação, que os remédios do Cade devem ser leves.
"Somos otimistas com o Cade, porque a concentração de mercado é irrelevante", afirmou Zimerman, da Petz.
Segundo relatório do BTG Pactual, cerca de 48% das lojas da Petz estão em São Paulo — em comparação com 54% da Cobasi.
No relatório no qual apontou que a fusão vai criar um player líder em num segmento particularmente desafiador, o BTG Pactual apontou que o segmento das duas concorrentes tem sido impactado por uma perspectiva cada vez mais competitiva nos últimos anos, especialmente pela expansão do comércio eletrônico e a queda nas vendas de produtos não alimentícios.
O documento reforça ainda que o mercado continua altamente fragmentado, com os preços agressivos dos produtos em toda a cadeia.
LEIA TAMBÉM:
Liquidação do will bank ativa o Fundo Garantidor de Créditos; investidores precisam se cadastrar no app do FGC para solicitar o pagamento
A aérea anunciou acordo para aporte de US$ 100 milhões, além de emissão de ações para captar até US$ 950 milhões, com diluição de 80% da base acionária; a companhia também publicou um plano de negócios atualizado
A receita somou US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6%
A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central
Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida
O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição
A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar
Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza
Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações
O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.
Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo
Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista
O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar
Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab
Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora
O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil
Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026
O acionista Hugo Shoiti Fujisawa formalizou uma nova solicitação de assembleia geral extraordinária no Pão de Açúcar. A tentativa anterior, feita em conjunto com Rafael Ferri, foi negada pela varejista na semana passada