O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A operadora atingiu um valor de mercado de R$ 941,78 milhões — o nível mais alto desde que a empresa entrou com o novo pedido de reestruturação de dívidas
Há quem diga que todo calvário há de ter um final — e a situação não parece ser diferente para a Oi (OIBR3).
Se há quase um ano a entrada em uma nova recuperação judicial assustou os acionistas da empresa — que outrora chegou a ser uma das maiores companhias da bolsa de valores brasileira —, agora a operadora parece enxergar a luz no fim do túnel.
Em mais um pregão de forte valorização, os papéis ordinários da Oi entraram em leilão após uma disparada superior a 10% na B3 — elevando o valor de mercado da Oi para R$ 941,78 milhões, no nível mais alto desde que a empresa entrou com o novo pedido de reestruturação de dívidas.
Por volta das 14h50, as ações tinham alta de 11,02%, a R$ 1,41 — aumentando a distância de sua antiga classificação de “penny stock”. Veja a cobertura de mercados ao vivo do Seu Dinheiro aqui.
Com os ganhos do pregão, as ações OIBR3 acumulam uma alta de 125,8% em fevereiro. No ano, porém, os papéis ainda somam perdas da ordem de 30%.
A avaliação do mercado é que o avanço recente dos papéis está apoiado na expectativa pela Assembleia Geral de Credores da empresa.
Leia Também
O encontro está agendado para 5 de março e deve marcar a votação do novo plano de recuperação judicial da companhia.
Para além da votação da reestruturação de dívidas, a Oi também anunciou que uma distribuidora de valores mobiliários abocanhou uma nova fatia na operadora.
A Trustee aumentou a participação acionária na companhia para 5,14% do total de ações ordinárias da Oi, com 33,1 milhões de papéis.
Na carta enviada à Oi, a Trustee afirma que "trata-se de um investimento, que tem a intenção de contribuir junto a empresa, autoridades, reguladores, poder judiciário do Rio de Janeiro, credores e a estrutura administrativa da empresa, em uma ampla solução para o soerguimento dessa relevante instituição de serviço público em todo o território nacional".
Segundo o Broadcast, do Estadão, um dos motivos por trás da disparada das ações é a compra maciça dos papéis pelo Fundo de Investimento Financeiro em Ações Nova Oi, administrado pela Trustee.
O fundo foi criado em janeiro e tem dois cotistas, que são mantidos em sigilo. Porém, há quem desconfie que o empresário Nelson Tanure poderia estar por trás desse fundo montando posição na Oi, onde já foi acionista através do veículo de investimento Societé Mondiale.
Ao Broadcast, Tanure negou os rumores e afirmou que são "só boatos". "Sem comentários, estou de férias."
O Grupo Oi entrou em recuperação judicial pela segunda vez em março de 2023, com dívidas de pelo menos R$ 44,3 bilhões.
O processo inclui as subsidiárias, como Portugal Telecom International Finance B.V e Oi Brasil Holdings Coöperatief U.A, e corre na 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.
Com o novo plano de recuperação judicial proposto, o Grupo Oi pretende equalizar suas obrigações e dívidas e reestruturar os créditos em um modelo que se adeque à capacidade de pagamento das empresas, com novos prazos, encargos e formas de pagamento.
Além da negociação com os credores, a companhia ainda projeta a adoção de medidas para levantar novos recursos.
O novo plano de reestruturação prevê um novo financiamento de US$ 650 milhões — o que equivale a R$ 3,2 bilhões nas cotações atuais — e a venda de ativos avaliados em mais de R$ 15 bilhões.
Entre os produtos que foram colocados na prateleira estão a ClientCo — unidade de negócios com os clientes de banda larga — e a participação da V.tal, operadora de fibra óptica que se tornou praticamente o único ativo da Oi.
Vale lembrar que a primeira versão do plano foi apresentada em maio do ano passado, e a empresa esperava assinar até julho um Acordo de Apoio à Reestruturação (RSA, na sigla em inglês) com os credores, o que não aconteceu. O RSA tem a função de angariar o apoio necessário para a aprovação do plano.
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou