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Empresas aprovaram mais uma distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) com data de corte em dezembro
O ano de 2025 promete dividendos fartos para investidores da bolsa brasileira. Isso porque empresas como a Cemig (CMIG4), TIM (TIMS3) e a “fábrica de bilionários” WEG (WEGE3) pagarão juntas mais de R$ 1,5 bilhão na forma de juros sobre capital próprio (JCP).
No caso da TIM, o conselho de administração aprovou a distribuição de R$ 650 milhões, equivalente a R$ 0,268528123 por ação. Mas vale destacar que esse é o valor bruto da distribuição, pois o JCP está sujeito à retenção de Imposto de Renda na fonte.
O pagamento acontece até o dia 23 de janeiro de 2025. Terá direito ao provento quem estiver na base acionária da operadora no dia 23 de dezembro de 2024. Desta forma, as ações adquiridas após esta data estarão "ex-direito" de distribuição de JCP.
Ou seja, você pode optar por comprar os papéis agora e receber o dinheiro ou esperar a data de corte e adquiri-los por um valor menor, mas sem o crédito do JCP.
A WEG pagará R$ 334 milhões em juros sobre capital próprio, equivalente a R$ 0,079764706 por ação. Com o imposto de renda, o valor cai para R$ 0,067800000. Já o pagamento dos proventos ocorrerá em 12 de março de 2025, segundo a companhia.
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Terá direito ao JCP quem estiver na base acionária da WEG no dia 20 de dezembro. A partir de 23 de dezembro de 2024, as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”.
Considerada pelo mercado uma surpresa positiva no quesito dividendos em 2024, a companhia de energia mineira Cemig (CMIG4) aprovou mais uma distribuição milionária.
Segundo documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia pagará R$ 560 milhões aos acionistas na forma de juros sobre o capital próprio.
Já o valor por ação será de R$ 0,19580751126, a ser pago em duas parcelas iguais, sendo:
Para aproveitar a bolada, o acionista terá até o dia 23 de dezembro para comprar o papel da empresa de energia. Após isso, as ações serão negociadas ex-JCPs.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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