O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desde 2020 na posição, o atual CEO da empresa de energia, André Augusto Telles Moreira, apresentou hoje a renúncia
A manhã desta quarta-feira (21) se iniciou com uma mudança de liderança em uma das vacas leiteiras da bolsa brasileira: a Taesa (TAEE11).
Após mais de três anos na posição, o atual CEO da empresa de energia, André Augusto Telles Moreira, apresentou hoje uma carta de renúncia ao cargo de diretor-presidente.
O motivo da saída de Moreira não foi revelado pela companhia.
Com a saída de Moreira, o diretor financeiro (CFO) e de relações com investidores (DRI) da elétrica, Rinaldo Pecchio Junior, passará a ocupar a função.
De acordo com o fato relevante enviado à CVM, Pecchio assumirá o cargo interinamente enquanto a Taesa realiza o processo de sucessão.
Os papéis da empresa operam em leve queda na bolsa brasileira hoje. Por volta das 11h30, as units TAEE11 caíam 0,62%, negociadas a R$ 35,21. Veja nossa cobertura ao vivo de mercados aqui.
Leia Também
Na visão da Ativa Investimentos, a decisão é negativa para a Taesa (TAEE11), uma vez que a saída de Moreira não era esperada e o motivo da renúncia também não foi informado.
Os analistas destacam a atuação e expertise do executivo no setor de energia elétrica. Além dos anos como diretor da Taesa, Moreira trabalhou por 14 anos na Neoenergia e chegou a ocupar a cadeira de CEO da companhia entre 2017 e 2018.
Já o CFO da Tesa, Rinaldo Pecchio Junior, soma mais de uma década de experiência no setor elétrico, com passagens por empresas como AES Brasil e Isa Cteep.
"Ainda que acreditamos que Taesa rapidamente selecionará um novo líder que conte com as características necessárias para o cargo, a repentina alteração requererá tempo até que a futura nova gestão coloque as suas ideias em prática", afirmam os analistas da Ativa.
A expectativa da Ativa é que não haja novas mudanças de curto prazo na Taesa, como na estratégia para o próximo leilão de transmissão de março.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas