O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O BB ofereceu R$ 50 milhões para quitar as obrigações com o fundo BBFI11 e fechar cinco processos judiciais em andamento
A briga entre o fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11) e o Banco do Brasil (BBAS3), que já se arrastava há mais de três anos, enfim deve terminar: os cotistas do FII aprovaram o acordo oferecido pelo banco para encerrar a disputa judicial.
O BB enviou em novembro do ano passado uma proposta de R$ 50 milhões à vista para quitar todas e quaisquer obrigações com o fundo e encerrar cinco processos em andamento que discutem divergências sobre uma renovação de aluguel.
O primeiro desses processos foi aberto pelo próprio banco em 2020, quando ainda ocupava o imóvel CARJ, um centro administrativo no Rio de Janeiro que está no portfólio do BBFI11.
O contrato original entre as partes, que envolve nove blocos do edifício, foi firmado em 2015 e encerrou-se em outubro de 2020. Cinco meses antes, o banco ajuizou uma ação com o objetivo de renovar o aluguel de apenas dois blocos do conjunto. Já o fundo defendeu a renovação nos termos originais.
O FII obteve um parecever favorável sobre o tema na Justiça e considerava a instituição financeira inadimplente, cobrando o valor total devido. No entanto, o BB decidiu em março do ano passado que não iria mais esperar o fim da tramitação do processo e desocupou 100% do ativo, derrubando a receita e os dividendos do BBFI11.
Agora, com o aval dos cotistas — cerca de 30,01% das cotas participaram da consulta formal promovida pela gestão —, o fundo assinará o acordo com o Banco do Brasil e receberá em até 10 dias úteis o valor que quita as obrigações relacionadas ao imóvel.
Leia Também
Além do fim do impasse com o Banco do Brasil, os investidores aprovaram também a venda dos dois ativos que compõem o portfólio do FII.
O CARJ, que estava no centro da disputa com o BB, foi alvo de uma disputa de lances entre a construtora Cury e a Sod Capital. Esta última empresa levou a melhor e ficará com o imóvel ao oferecer R$ 65 milhões à vista.
Já o segundo ativo — um prédio em Brasília também parcialmente locado para o Banco do Brasil, com contrato válido até janeiro de 2025 — será vendido à PaulOOctavio Investimentos por R$ 85 milhões.
"A Administradora do fundo manterá os cotistas e o mercado atualizados acerca dos desdobramentos
dos eventos supracitados, bem como seus respectivos impactos aos cotistas", diz o comunicado enviado ao mercado.
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano
Banco vê espaço para revisões positivas de lucro, impulsionadas por minério mais caro, disciplina de capital e resiliência da demanda chinesa
Apple lança update com foco em segurança, entretenimento e acessibilidade, em sintonia com discussões como a Lei Felca
Fundo minoritário propõe injetar capital novo na operação, mas exige antes reconfigurar a governança da companhia; entenda
Empresas já estão renegociando dívidas com credores há muito tempo, mas, para algumas, o fôlego acabou. Guerra e juros altos podem levar a uma piora do cenário corporativo, segundo especialistas consultados por Seu Dinheiro
Gigante do e-commerce vê espaço para crescer e acelera aportes em logística e serviços financeiros; confira os detalhes do plano
Com base no desempenho do quarto trimestre de 2025, banco destaca quais empresas conseguiram driblar os juros altos e o consumo fraco no final do ano passado
BTG vê avanço operacional e melhora financeira após Investor Day, mas mantém cautela com juros altos e estrutura de capital
Ainda não é possível saber qual o tamanho do impacto do Imposto Seletivo sobre cervejas, que ainda não foi regulamentado; efeito sobre a Ambev deve ser neutro
Suspensão temporária no principal motor do negócio resulta em balanço “misto” no 4T25. Vale a pena manter o otimismo com as ações agora?