O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nesta segunda-feira (23), as ações da gigante com sede na Califórnia eram negociadas a US$ 254,08, elevando seu valor de mercado a US$ 3,84 trilhões
O ano de 2025 pode começar com um novo marco histórico da Apple: a big tech está próxima de atingir US$ 4 trilhões (cerca de R$ 24 trilhões) em valor de mercado.
Nesta segunda-feira (23), as ações da gigante com sede na Califórnia eram negociadas a US$ 254,08 na Nasdaq, elevando seu valor de mercado a US$ 3,84 trilhões. No acumulado de 2024, as ações da Apple acumulam alta de 37% na bolsa de valores americana.
O otimismo com a inteligência artificial (IA) tem sido um dos principais motores para o desempenho dos papéis, especialmente após o lançamento do Apple Intelligence.
Além disso, o lançamento do iPhone 16, junto com a temporada de festas de final de ano, será o ponto de partida para um novo ciclo de crescimento para a Apple nos próximos meses, começando já neste trimestre de dezembro, segundo analistas do mercado.
Os novos recursos de IA da companhia têm o potencial de desencadear um “superciclo” de atualizações do iPhone, dando um impulso nas vendas do smartphone da empresa.
O primeiro conjunto de recursos de inteligência artificial da Apple está disponível em uma atualização de software gratuita desde outubro deste ano. Usuários do iPhone 16, iPhone 15 Pro e Pro Max poderão usar as novas funções.
Leia Também
Segundo a consultoria Wedbush, a Apple pode vender um número recorde de 240 milhões de iPhones ou mais no ano fiscal de 2025, que termina em setembro. Esse aumento seria impulsionado pelo ciclo de upgrades, especialmente após o lançamento do iPhone 16.
Se a previsão se concluir, esta será a maior alta nas vendas de iPhones desde 2010, quando os dados da consultoria de dados FactSet começaram a ser registrados. Para 2025, a expectativa geral do mercado é de que a big tech venda 207,6 milhões de unidades.
Vale lembrar que o Apple Intelligence ainda não foi lançado em diversos países, como a China. Isso só deve acontecer a partir de abril de 2025. Além disso, a Apple deve firmar uma parceria com um fornecedor de IA na China para impulsionar as vendas na região.
No ano fiscal de 2024, a Apple registrou US$ 66,95 bilhões em receita da China Continental, representando 17% do total de suas receitas de US$ 391,04 bilhões.
Há algum tempo, a Huawei vem ganhando força como uma das principais ameaças da Apple na China — seu maior mercado endereçável — devido à crescente popularidade da big tech chinesa de baixo custo entre os chineses.
Atualmente, a Apple é a empresa mais valiosa dos EUA, com uma capitalização de mercado de US$ 3,84 trilhões. Em segundo lugar, está a Nvidia, com US$ 3,40 trilhões.
Para que a Apple alcance o valor de mercado de US$ 4 trilhões, suas ações precisam fechar acima de US$ 264,62 — uma alta de 4,1% em relação à cotação atual.
Por volta das 17h, as ações da Apple operavam em leve queda de 0,16%, a US$ 254,08.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4