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Considerando todo os papéis subscritos e integralizados, a operação alcançou o montante máximo previsto de R$ 516,19 milhões

Continuando os esforços para reforçar o caixa e investir quase R$ 7 bilhões na privatização da Sabesp (SBSP3), a Equatorial (EQTL3) anunciou nesta segunda-feira (22) a conclusão de um aumento de capital privado de mais de R$ 500 milhões.
Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o conselho de administração da companhia aprovou a homologação da operação.
Cada ação saiu por um preço de emissão de R$ 29,50. Considerando todo os papéis subscritos e integralizados, o aumento alcançou o teto previsto de R$ 516,19 milhões.
Vale relembrar que a operação foi anunciada em abril deste ano. Na época, a Equatorial argumentou que ela iria fortalecer a estrutura de capital da companhia.
Além disso, asseguraria "maior robustez financeira para fazer frente às necessidades de caixa para as operações empresariais" e melhoraria a liquidez.
Dois meses depois, em junho, a empresa foi qualificada como investidora de referência na privatização da Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo.
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Como a operação na Sabesp implica em um desembolso de pelo menos R$ 6,9 bilhões, a companhia vem tomando medidas para fazer caixa.
Além do aumento de capital, a Equatorial também alienou um ativo para levantar recursos. No início do mês a controlada Equatorial Transmissão anunciou a venda de 100% da Equatorial Transmissora 7 SPE, localizada no Pará.
A SPE foi avaliada em aproximadamente R$ 1,19 bilhão em valor de firma (enterprise value), levando em conta uma dívida líquida de R$ 350 milhões.
O montante considera um equity value de até R$ 840,8 milhões, corrigido pelo CDI da data-base de 30 de novembro de 2024 até o efetivo fechamento, a ser pago pela aquisição de 100% das ações da companhia.
Desse total, cerca de R$ 710 milhões devem ser depositados na data de fechamento da operação. Já o restante será pago de forma parcelada, com ajuste pelo CDI a partir da conclusão da transação.
A cifra considera ainda um desembolso a título de earn-out — uma espécie de ‘bônus’ a ser pago aos antigos acionistas —, a depender do cumprimento de condições definidas nos termos do contrato.
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