O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os volumes vendidos na América Latina ficaram 13% menores na comparação com o mesmo período do ano passado, com destaque para a demanda na Argentina que caiu 19%
Ao fechar as contas do primeiro trimestre, a Ambev (ABEV3) acabou tendo parte dos seus resultados afetados pela maxidesvalorização do peso argentino em mais um trimestre.
Assim, a empresa de bebidas registrou lucro líquido consolidado de R$ 3,804 bilhões entre janeiro e março de 2024, montante 0,04% menor do que o apurado um ano antes.
Vale lembrar também que no último trimestre de 2023, a cervejaria havia registrado lucro líquido ajustado de R$ 4,667 bilhões, uma queda de 11,9% em relação ao mesmo período de 2022.
Em comunicado enviado à CVM, a empresa afirma que a queda ocorreu "principalmente devido à menor dedutibilidade fiscal do JCP e das subvenções governamentais relativas aos impostos sobre vendas no Brasil”.
Além disso, o impacto nas contas também é creditado à “desvalorização cambial da Argentina, mais do que compensando a melhora do resultado financeiro líquido e o crescimento do Ebitda ajustado".
Os volumes vendidos na América Latina ficaram 13% menores na comparação com o mesmo período do ano passado, com destaque para a demanda na Argentina: houve uma queda de 19% no mesmo intervalo de tempo.
Leia Também
“A inflação disparada no trimestre mais uma vez superou as variações cambiais no país”, avaliam os analistas do BTG Pactual.
Com isso, o lucro líquido ajustado — levando em conta os fatores acima — foi de R$ 3,817 bilhões, leve queda de 0,6% ante o mesmo período de 2023.
Na ponta positiva, a cervejaria registrou um Ebitda (medida utilizada pelo mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado de R$ 6,534 bilhões, alta de 1,4% ante o primeiro trimestre de 2023 e de 12,4% no conceito orgânico.
Essa geração de caixa foi majoritariamente impulsionada pelos segmentos de América Central e Caribe (crescimento de 20,4%), Bebidas Não Alcoólicas Brasil (17,7%), Cerveja Brasil (13,6%) e América Latina Sul (8,3%). O destaque também vai para a queda de 0,7% das operações no Canadá.
Por fim, os analistas do BTG enxergam que a Ambev começou o ano “de maneira equilibrada em termos de qualidade e em linha com as expectativas”.
Contudo, o banco ainda vê que a mudança de um modelo de negócios focado em crescimento para um de geração de valor se mostrou mais difícil do que o imaginado.
“A ação vem se desvalorizando há anos, e as preocupações relacionadas ao cenário competitivo em um mercado cervejeiro cada vez mais maduro estão aumentando”, comentam.
Os papéis ABEV3 caem 9,7% nos últimos 12 meses, acumulando recuo de 8,16% desde o começo de 2024 até o fechamento do último pregão. “Nossas preocupações com a receita (preços e concorrência) permanecem bem vivas”, dizem.
Assim, o BTG mantém recomendação neutra para as ações da Ambev, com um preço-alvo de R$ 15 — no fechamento da última terça-feira (7), as ações fecharam em alta de 1,20%, cotadas a R$ 12,60, o que representa um potencial de alta de quase 20%.
Os papéis fecharam em queda de 3,41%, e estavam sendo negociados a R$ 12,17. Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados aqui.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro